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Conheça o Centro Histórico de São Paulo com este manual ilustrado!

Prefeitura lança material online gratuito com informações sobre prédios do Triângulo Histórico de São Paulo

Foto panorâmica do skyline de São Paulo

 (Reprodução/Wikimedia Commons)

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) e a São Paulo Urbanismo, publicou um material online incrível para quem ama história, ama SP e quer preservar e conhecer seu patrimônio arquitetônico.

Capa do manual online da prefeitura. Foto preta e branca na lateral esquerda e título em azul do lado direito

 (Prefeitura de São Paulo/Reprodução)

O “Manual Centro Histórico – Manutenção, Conservação, Reforma, Restauro” explica a área do centro formado pelas ruas Benjamin Constant, Boa Vista e Líbero Badaró, e seus imóveis tombados – aqueles que estão protegidos e não podem ser alterados ou demolidos.

Foto do centro com pedestres

 (Reprodução/Veja São Paulo)

Segundo a prefeitura, “a ideia do Manual é incentivar e orientar os proprietários e locatários dos 380 imóveis contidos nesse perímetro para que mantenham ou promovam as devidas intervenções nas suas fachadas a fim de realçar a beleza da arquitetura de São Paulo”.

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O guia é ilustrado e tem fotos, mapas e linhas do tempo com informações e datas relevantes. Para levantar todos esses dados foi necessário um amplo trabalho da SP-Urbanismo, que vistoriou e analisou cada um dos imóveis do Triângulo Histórico, identificando pontos que estavam desvalorizados, com pichações, infiltrações, peças danificadas, entre outros.

Foto de prédio histórico em preto e branco

Cada imóvel histórico tem sua página, com o autor do projeto, data da construção, quantidade de pavimentos, além de sugestões de como eles podem ser preservados.

Mapa com imagem de satélite do centro histórico de São Paulo com os pontos principais apontados em azul e laranja

A elaboração do Manual do Centro Histórico é fruto de um trabalho de dois anos da SP-Urbanismo e que foi subsidiado por estudos realizados em conjunto com entidades do poder público e da sociedade civil, isto é, a Subprefeitura da Sé, Secretaria Municipal da Cultura (DPH e Museu da Cidade) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP – FAUUSP.

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