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Como iluminar espaços com plantas e flores

Quem não está animado para decorar a casa para a primavera?

Projeto do arquiteto André Viana.

Projeto do arquiteto André Viana. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

A estação repleta de cores e que torna as ruas e as nossas casas mais bonitas, com inúmeras espécies que florescem nesse período chegou. Esse é um momento em que muitas pessoas se animam para decorar o lar, focando nas áreas externas – como jardins, quintais e terraços – e internas – como varandas cobertas ou áreas sociais, como salas de estar e jantar.

Mas antes de inserir plantas e flores na sua casa, entenda os cuidados necessários com a iluminação próxima da vegetação. As dicas são da Yamamura:

Cuidados com as plantas internas

 

Projeto do designer Henrique Freneda.

Projeto do designer Henrique Freneda. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

Se você já tem mudas dentro de casa ou está começando agora, saiba que é imprescindível cuidar da iluminação que fica próxima delas.

Durante o dia, deixe-as mais próximas das janelas ou locais abertos, para que elas cresçam saudáveis, mas respeite as demandas de água e luz de cada espécie. À noite, opte pelas luzes LED para clarear a sua residência, pois além de mais econômica e sustentável, não emite calor e os fachos de luz não queimam as pétalas e folhas.

Projeto do arquiteto André Viana.

Projeto do arquiteto André Viana. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

Para destacar os vasos, produtos mais indicados são os versáteis spots sobrepor, que podem ir diretamente no teto ou em trilhos. Se você preferir algo mais clean, pequenos plafons com lâmpadas mini dicróicas ou R-70 transformam o contraste do claro e do escuro mais convidativo.

Outras peças, como arandelas, luminárias de mesa, piso ou pendentes, também podem ser utilizados, pois trazem funcionalidade e beleza à decoração.

Iluminação para áreas externas

 

Projeto do arquiteto Pietro Terlizzi.

Projeto do arquiteto Pietro Terlizzi. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

Entre os produtos mais recomendados estão o balizador, embutido de solo, projetor, espeto, cordão de luz, poste, a arandela e a fita de LED. Eles estão disponíveis em diversos formatos, efeitos e intensidades.

Os balizadores e os embutidos de solo são usados para deixar os caminhos mais claros e, consequentemente, contribuir com a segurança. Já os espetos e projetores conseguem valorizar a beleza das vegetações.

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Os cordões dão um toque intimista ao espaço, enquanto as arandelas e fitas de LED trazem efeitos únicos, que exploram a luz como complemento do projeto de arquitetura. Por fim, os postes são ótimos para gramados vastos.

Projeto da arquiteta Carina Korman.

Projeto da arquiteta Carina Korman. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

Pendentes e plafons também podem ser usados nesses lugares, desde que tenham especificação para área externa –  confira a ficha técnica.

Temperatura e cor

 

Projeto da designer Karina Vargas.

Projeto da designer Karina Vargas. (Emerson Rodrigues/Casa.com.br)

Para a iluminação próxima de vegetações, em áreas externas ou internas, a temperatura da cor branca quente (2700K a 3000K) é uma boa pedida – o tom mais amarelado deixa o cômodo mais aconchegante.

Outra opção é o branco neutro (até 4000K), temperatura bem próxima à luz natural. Recomenda-se manter uma distância razoável entre as lâmpadas e plantas, sempre considerando o local a receber o brilho, foco e efeito de luz.

Índice de proteção

 

O espeto de luz contribui com a iluminação de áreas externas como jardins e quintais.

O espeto de luz contribui com a iluminação de áreas externas como jardins e quintais. (Casa.com.br/Lustres Yamamura)

Para os ambientes mais vulneráveis às intempéries, vale investir em peças com grau de proteção superior a IP65, o que garante maior resistência à chuva, sol e outros fenômenos.

Sendo assim, quando o produto possui IP65 significa que é resistente à poeira e a respingos d’água, enquanto aqueles que possuem IP67 aguentam poeira e a imersão temporária na água. Portanto, não deixe de conferir todas as informações técnicas.

Luminotécnica e paisagismo

 

Arandelas apresentam efeitos de fachos “uplight”, “downlight” e de “fio”de luz.

Arandelas apresentam efeitos de fachos “uplight”, “downlight” e de “fio”de luz. (Casa.com.br/Lustres Yamamura)

É muito importante a unificação da luminotécnica com o paisagismo nos locais externos. Há uma série de técnicas de iluminação para plantas que podem ser aplicadas para valorizar ainda mais os espaços – nas quais a luz pode criar diferentes efeitos.

O paisagismo não requer, necessariamente, que o brilho incida na vegetação por completo, mas que valorize as partes que merecem destaque. Logo, pense primeiro no que você deseja para o seu cantinho verde para depois aplicar as técnicas recomendadas.

Técnicas de iluminação

 

A Uplighting, por exemplo, é quando a luz vem de baixo para cima. Esse método consiste na distribuição dos pontos de luz no nível do solo – com o uso de embutidos, espetos e/ou refletores – direcionando-os para as copas das árvores.

O Downlighting é o contrário, de cima para baixo – ideal para quem busca um efeito mais natural usando postes e refletores instalados a um nível acima da vegetação. Há ainda, entre outras soluções, a Backlighting, com o objetivo de valorizar a silhueta das plantas mais altas, como árvores e palmeiras. Aqui, o produto, muitas vezes refletores, é aplicado por trás da estrutura da muda.

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