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Verde e âmbar se harmonizam no décor desta casa na Austrália

Projetada pelo escritório The Stylesmiths, a reforma homenageou as origens do imóvel e o transformou em um local inspirador para o proprietário

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Pessoas criativas anseiam por ambientes que inspiram, gerando conversas que levam à inspiração. Essa foi a ordem para o projeto de lar de Paul: uma casa que acolhe tanto o trabalho como o lazer, dissolvendo a linha que os divide e facilitando a arte e o trabalho criativo.

Originalmente dos anos 1950, a casa foi completamente renovada pelo escritório The Stylesmiths, com características que fazem referência ao talentoso roteirista e produtor que mora lá.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

O imóvel fica escondido entre as melaleucas e banksias de Rye, uma cidade litorânea na Península de Mornington (Victoria, Austrália), conhecida por seu litoral acidentado e baía tranquila. Apesar da reforma, ele ainda mantém a fachada de madeira que homenageia as suas raízes.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Embora muito distante do layout original em formato de caixa escura, a designer de interiores Nicole Rutherford, do The Stylesmiths, “foi capaz de reter e incorporar elementos do passado de uma forma completamente moderna”, diz Paul, o orgulhoso proprietário.

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O desejo de aproveitar a nostalgia infantil dos jantares constantes com amigos fez com que a nova configuração exigisse um design de plano aberto.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

A integração das áreas sociais era uma obrigação para Paul. “A casa da nossa família era o centro social de nossa comunidade e eu queria criar um espaço que pudesse ser o mesmo”, diz ele.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Consequentemente, a cozinha foi modificada para criar mais espaço e o terceiro quarto foi reaproveitado para conseguir uma área de estar de conversação. Esta área continua no deck do quintal, que se estende por cima da colina gramada e arborizada.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Um senso de identidade é preservado em cada ambiente. Apesar de não seguir nenhum estilo, cor ou textura muito definido, a casa incentiva os visitantes a descobrirem tudo o que ela tem a oferecer. Ao ficar propositalmente voltado para o mobiliário e dispensando a necessidade de uma televisão, a sala de estar se torna um lugar confortável para relaxar e conversar.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Centrada em torno de uma lareira e rodeada por pilhas de livros, na sala só é possível sentir uma sensação de calma. A natureza se conecta com o ambiente a partir das grandes janelas voltadas para o nordeste.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Seria impossível não falar sobre o tom dourado escolhido para as paredes da sala que é tão ousado quanto as obras de arte dispostas pelo espaço. Como um abraço caloroso que envolve o coração de Paul, as paredes de âmbar valorizam o ambiente e delineiam as zonas do living.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

A casa é uma manifestação física do amor do morador em observar, escrever e entreter. Daí, a combinação de materiais perfeitamente equilibrada para criar uma versatilidade adequada a qualquer público.

Veludo verde vibrante e estofados de pelúcia cinza convidam ao diálogo aconchegante, contrastados com bancos de madeira estilo piquenique que trazem com bom gosto o exterior para o interior.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

Já a cozinha, banhada por luz natural, inspira-se no terreno local tanto na materialidade como na paleta de cores – que é uma escolha ousada, mas harmônica.

Para Paul, o ponto alto do projeto é a área do café da manhã. Superando um espaço de cozinha um pouco restrito, a janela do toldo hidráulico se abre para a varanda com bancos em ambos os lados. É aqui que Paul começa todas as manhãs, aproveitando o sol e a conexão infinita com a natureza.

 (Gus MacDonald/BowerBird)

A casa de Paul foi concluída no início de 2020, a tempo de ser uma morada maravilhosa durante o lockdown da COVID-19.

*Via Bowerbird

 

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