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Estética afro-minimalista se une à arquitetura tradicional em refúgio

O projeto do imóvel, construído no meio da savana, buscou unir estéticas contrastantes e servir como um refúgio-safári

 (Divulgação/Casa.com.br)

O escritório de arquitetura e interiores ARRCC foi o responsável pelo projeto de um refúgio-safári na Sabi Sand Game Reserve, um parque sul-africano que abriga elefantes, leões, rinocerontes, girafas, hipopótamos e leopardos.

O objetivo dos profissionais era criar uma estética “afro-minimalista” em Cheetah Plains, combinando a arquitetura tradicional de estilo safári com detalhes mais simples e contemporâneos.

 (Divulgação/Casa.com.br)

Assim, eles inseriram paredes de concreto lisas e grandes janelas sem moldura ao lado de superfícies naturais mais desgastadas, como pedra de mica reforçada e aço corten. Estas são complementadas por mobiliário e arte locais, bem como as vistas da paisagem aberta.

Segundo a equipe de design, o objetivo era criar “algo belo no inesperado contraste criativo de forças aparentemente opostas”.

 (Divulgação/Casa.com.br)

A choupana possui um trio de villas, chamadas Plains Houses (em português, “casas das planícies”). Em vez de organizar cada uma delas em torno de um pátio, como é mais tradicional, os arquitetos escolheram fazê-las como um aglomerado de vários edifícios.

Cada casa, dessa forma, possui um edifício principal, contendo uma mistura de espaços comuns internos e externos. Junto a eles, há uma série de quatro suítes, que também podem funcionar como mini alojamentos independentes.

 (Divulgação/Casa.com.br)

Os prédios principais foram planejados para ser o mais generosos possível, com espaços amplos de estar e jantar em planos abertos, um terraço em redor de uma piscina aquecida, um tradicional espaço boma para refeições noturnas, uma sala de cinema e um ambiente para prova de vinhos com ar condicionado.

 (Divulgação/Casa.com.br)

As suítes, por outro lado, oferecem aos hóspedes a sensação de estarem inseridos na natureza selvagem – de frente para a paisagem, os quartos são acompanhados por áreas de banho ao ar livre. Há também um pequeno espaço lounge e closet em cada um.

“A ideia sempre foi redefinir o luxo e inaugurar uma nova linguagem de design africano para safári “, diz Mark Rielly, diretor de design de interiores da ARRCC.

“O resultado são interiores que são ao mesmo tempo exclusivamente africanos, mas inegavelmente modernos, com acabamentos naturais e detalhes sofisticados”, completa.

Confira na galeria abaixo mais fotos do projeto:

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