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13 dicas para economizar energia em casa

Não precisa de muito para fazer a diferença na saúde do planeta e na sua conta do fim do mês, confira alguns pequenos hábitos

 (Pixabay/markusspiske/Reprodução)

Não é de hoje que vemos uma variedade de cenas horripilantes da natureza nos avisando que devemos mudar a maneira como nos relacionamos com ela. Hoje, existe um movimento de alerta à sociedade sobre o perigo de fugir da tarefa de preservar o mundo em que vivemos e precisamos tanto.

Visto que a bandeira tarifária, do custo de energia elétrica, está mais cara, a startup Holu listou algumas atitudes simples para administrar melhor as finanças e ajudar na conservação do planeta.

1. Sempre tire da tomada os aparelhos que não estão sendo usados

 

Os eletrodomésticos e eletrônicos, muitas vezes, mesmo quando estão desligados, utilizam energia se estiverem na tomada. Por isso, evite ficar com conectados o tempo todo.

2. Não esqueça de apagar a luz ao sair de um cômodo

 

Apesar de ser muito básica, a tarefa faz diferença no fim do mês e é muito conhecida por ser facilmente esquecida, infelizmente. Para resolver isso, tente lembrar da obrigação com adesivos e plaquinhas espalhadas pela casa.

3. Opte por lâmpadas LED

 

Por serem recicláveis e não apresentarem problemas que envolvem o mercúrio, como nas fluorescentes, os modelos LED se tornam a melhor opção. Mesmo assim, a troca das incandescentes por fluorescente também é muito eficaz para economizar energia.

4. Bastante iluminação natural

 

Abra todas as cortinas e janelas, pois a luz natural ajuda na diminuição do uso de eletricidade e no seu bem-estar. Lembre-se, o home office dá a oportunidade de você trabalhar onde quiser, desfrute de espaços abertos – como jardins e varandas.

5. Priorize aparelhos econômicos

 

Pretende adquirir ou trocar algum produto eletrônico? No caso das marcas nacionais, tente sempre selecionar os aparelhos que possuem selo de eficiência energética do Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica -, e que gasta menos eletricidade. Para as importadas, prefira os com selo Energy Star.

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6. Cuidado com o chuveiro elétrico

 

Esses costumam ser os maiores consumidores elétricos das residências. Os chuveiros a gás ou solares são os mais indicados. Mas, para diminuir o impacto, diminua o tempo de banho e, nos dias quentes, coloque na opção “verão”.

7. De olho na geladeira

 

O ideal é não encostar esses aparelhos nas paredes, mantê-los  sempre bem higienizados e verificar as borrachas de vedação com uma certa frequência – limpando-as com pano úmido. Tudo isso potencializa a tecnologia.

8. Sensores de luz podem ser muito úteis

 

Permitindo que as luzes se apaguem quando não há ninguém no ambiente, esse é um investimento que contribui muito para a economia de energia.

9. Escolha paredes claras

 

Pintar as paredes e tetos com cores escuras interfere na iluminação do cômodo, já que refletem menos luz, exigindo lâmpadas mais potentes e consumindo mais.

10. Economize as despesas com aquecimento de água

 

O aquecimento da água com chuveiro elétrico acaba gastando muita energia. Reduza o valor com um dispositivo solar, mais eficiente ou use menos água quente –  diminuindo o termostato do aparelho.

11. Evite o horário de pico

 

O consumo costuma ser maior das 17h30 às 21h, o que aumenta a possibilidade de uso da bandeira vermelha, a mais cara. Portanto, tente fugir do uso nesse intervalo.

12. Prefira um ar-condicionado inteligente

 

Os modelos que possuem a tecnologia inverter reduzem o gasto de eletricidade quando detectam que o ambiente precisa de menos refrigeração ou aquecimento. Você também pode economizar mantendo a temperatura entre 21° e 23°C e estando atento à limpeza dos filtros.

13. Precisamos começar a optar pela energia solar

 

A geração de eletricidade a partir de painéis solares não emite poluentes com efeitos nocivos para a saúde humana e que contribuem para o aquecimento global. A instalação nas residências significa autonomia energética, redução de até 95% na conta de luz e uma fonte ilimitada por até 30 anos, com retorno financeiro – já que o investimento inicial é recuperado em até quatro anos – e baixa necessidade de manutenção.

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