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Reforma em apê derruba paredes e cria espaços práticos e flexíveis

O projeto abriu mão de ambientes não alinhados ao modo de vida dos moradores, como o segundo quarto e o quarto de funcionário

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

Os espaços fragmentados e subutilizados do apartamento foram colocados em xeque por esta reforma, em São Paulo. O projeto do Studio MEMM, com o arquiteto Marcelo Macedo à frente, fez alterações na planta e estrutura, privilegiando a integração e criando espaços fluidos.

Lar de um casal que retornou a pouco de uma temporada em Nova Iorque, o imóvel de 74 m² ficou mais amplo ao abrir mão de ambientes desnecessários para os moradores, como um segundo quarto e o quarto de funcionário.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

As mudanças surgiram após um processo inicial de análise. “Quando os clientes perceberam que haveria muitos espaços subutilizados no apartamento e que pagariam por isso, buscou-se estratégias para dar o devido uso e formar um grande espaço”, explica Marcelo.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

Nas etapas seguintes, foram avaliados os benefícios da derrubada de paredes no dia a dia do casal e também considerados pedidos especiais dos moradores, como a criação de contrastes na ambientação e também o uso de materiais mais quentes.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

Com a reforma, o apê ganhou cara nova. As paredes divisórias do segundo quarto, lavabo, cozinha e área de serviço foram retiradas. Algumas outras foram substituídas pela caixilharia preta fosca de alumínio, assim, mesmo alguns setores sendo mantidos, houve um aumento na sensação de amplitude.

O resultado final das mudanças estruturais foi o aspecto visual de um loft, possibilitando que a maior parte das atividades da casa acontecessem sem barreiras visuais.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

A caixilharia foi escolhida por criar um enquadramento para o espaço, mas ao mesmo não segmentá-lo. O tom escuro contrasta com as paredes brancas, onde estão expostas obras de arte da coleção particular do casal.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

Atendendo ao pedido por materiais mais quentes, a madeira foi usada no piso e em outros detalhes, como a parte interna da divisória na lavanderia. O forro de gesso foi utilizado para garantir o visual limpo do teto, abrigando luminárias diversas: recuadas, de superfície, de embutir e balizadores.

 (Studio MEMM/Casa.com.br)

 

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