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Estilo contemporâneo e tons claros compõem décor deste apê de 350 m²

O projeto do escritório In Loco trouxe referências da cultura nordestina para o imóvel, que pretende ser a casa final de seus moradores

 (Kadu Lopes/Casa.com.br)

Este apartamento de 350 m² localizado no Campo Belo, em São Paulo, é onde os moradores desejam passar a velhice. Montado pelo escritório de arquitetura In Loco para ser, então, a “casa final” do casal, o imóvel recebeu referências da cultura nordestina em seu design, homenageando a origem dos donos.

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“O norte do projeto foi o uso das obras de acervo pessoal do casal. Eles são muito orgulhosos de suas raízes, e fizeram questão de colocar no hall de entrada os cocares da tribo pernambucana Fulni-ô, que se situa no interior de Pernambuco, próximo ao local onde a família tem uma casa de campo”, contam os arquitetos.

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Com 4 suítes, sendo uma delas destinada aos hóspedes, o apê recebeu um projeto que mimetizou a porta e trouxe uma linguagem mais moderna. A porta, as paredes e o rodapé foram pintados da mesma cor, o que criou uma unidade visual.

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“Como destaque, o cabideiro virou uma peça coringa no projeto, pois foi instalada antes da pandemia e hoje em dia é muito mais utilizada por ter se tornado um espaço de higienização”, dizem os profissionais.

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Como o apartamento foi entregue pela construtora com todos os revestimentos em um bom padrão, os moradores decidiram mantê-los para ganhar tempo e agilidade na obra.

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“Como esse piso já traz uma linguagem mais tradicional e para não conflitar com os revestimentos e essa questões de origens, optamos por um mix de mobiliário com uma linguagem mais contemporânea, de marcas como Dpot, Breton, Brentwood, Natuzzi, Fernando Jaeger, Artefacto e Estúdio Bola, e algumas peças de marcenaria desenvolvida pelo escritório, todos com tons mais terrosos e uma paleta mais clássica”, explica o escritório.

Foram usados muita madeira e revestimentos voltados para tons claros, além do couro que reflete a origem pernambucana, e da presença de terracota e cores nos objetos decorativos, como nos quadros e no tapete verde.

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Todos os quartos têm um pequeno home office a pedido dos moradores, o que veio a calhar bem durante a pandemia. Já o escritório na suíte principal foi desenvolvido para a matriarca, que o utiliza diariamente para trabalhar e também como apoio para itens eletrônicos, como posto de carregamento de iPad, celular e demais gadgets.

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“Como não tínhamos um ambiente exclusivo para desenvolvermos um home office e nossa cliente gostaria de ter o espaço do descanso separado do espaço de trabalho, para que ela não ficasse deitada na cama vendo suas tarefas, desenvolvemos essa opção de alocar a escrivaninha atrás da cabeceira, criando dois ambientes distintos dentro do mesmo cômodo”, contam os arquitetos.

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Além da separação de usos e momentos dentro do quarto, a outra vantagem é a visão integral da televisão para quando ela estiver trabalhando. Quando estiver em vídeo chamada, o fundo do papel de parede é sempre neutro e sofisticado, mantendo a privacidade da usuária.

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