Janelas se abrem totalmente para o jardim de casa paulistana

As janelas promovem uma máxima aproveitamento da luz natural e ainda refresca o interior da edícula

Por Alex Alcantara Atualizado em 15 abr 2021, 14h54 - Publicado em 26 fev 2020, 20h34
Manuel Sá/Casa.com.br

Integração é a palavra da vez. Dia após dia, a tendência dos ambientes conjugados está mais presente na morada das pessoas. Afinal, quem não quer se apropriar dessa solução arquitetônica para criar um lar mais fluido e espaçoso?

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Esse foi um dos principais pedidos dos moradores desta casa paulistana, localizada no Butantã, em São Paulo. Capitaneada pelo escritório Casa14 Arquitetura, o imóvel passou por uma reforma estrutural, onde o maior trabalho foi o de demolir paredes internas, realocar ambientes e mudar a aberturas de portas, além também de completar forros.

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“O maior desafio foi deixar a casa prática, fluida e fácil. Dar uma atmosfera descontraída para uma casa urbana, sem virar uma morada de campo ou de praia”, explicam os profissionais.

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Com a mudança, a casa passou a abrigar área social (na frente da casa), espaço íntimo na parte de trás com três quartos, e área de trabalho na edícula dos fundos. O jardim posterior também virou o centro das atenções com a chegada do ofurô.

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Falando sobre a área de trabalho, esse pequeno anexo do lar foi totalmente demolido e, a nova edícula, construída com estrutura metálica.

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Nesta área ainda está um dos destaques do projeto: as janelas que abrem totalmente com uma engenhoca de contrapeso!

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No interior da casa, destaca-se um pé direito duplo e aberturas generosas em todas as fachadas, que permitem uma ventilação cruzada. “O que mais gostamos é a simplicidade da área social, um grande espaço de convívio que se conecta com a estrutura da churrasqueira”, relatam os arquitetos.

No quesito sustentabilidade, o imóvel conta com aquecimento solar, iluminação natural e isolamento térmico. Ainda foi aproveitado ao máximo os materiais já existentes da casa. 

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Na decoração, quase todos os móveis já pertenciam à família e foram restaurados e aproveitados. Destaque para as madeiras de Hugo França, que é tio da moradora e foram dadas de presente a ela. Além disso, toda a marcenaria foi planejada.

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Para finalizar, peças indígenas, trazidas de uma viagem a Bahia arrematam a personalidade e o décor da casa urbana descomplicada.

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