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Empresa transforma resíduos têxteis em acessórios feitos por ONGs

Os uniformes, que antes eram destinados ao lixo, agora entram em um processo de economia circular e se tornam peças ressignificadas

 (Divulgação/Casa.com.br)

A GOCIL, uma empresa especializada em segurança e serviços, deu um passo em direção à sustentabilidade: desenvolveu o Reforme GOCIL, uma iniciativa capaz de transformar 24 toneladas de resíduos têxteis em acessórios feitos por ONGs.

Começando pela destinação dos resíduos e uniformes usados, com o propósito de impactar positivamente o meio ambiente e a sociedade, a empresa inseriu práticas sustentáveis em sua filosofia.

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A GOCIL passou, assim, a deixar de incinerar os uniformes usados e os resíduos que gerava. Firmou parcerias com ONGs e cooperativas, que transformam esse material em produtos e fazem sua comercialização, e criou, dessa forma, um ciclo de sustentabilidade 360º, que gera empregos e renda localmente.

Mulheres e homens de áreas carentes têm novas oportunidades de crescimento, através das ONGs e cooperativas envolvidas. Os produtos, por sua vez, são vendidos pelas entidades para diversos clientes – incluindo a própria GOCIL. E, assim, o ciclo se completa.

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Como funciona o ciclo?

Ao serem tirados os resíduos nas unidades da GOCIL, os logos e emblemas presentes nos uniformes são recortados e triturados. Os tecidos restantes são lavados e transformados em outras peças, como bolsas, carteiras, roupas para pets, estofo de edredom, cases para tablets etc.

Os novos produtos são doados para casas de abrigo que cuidam de pessoas carentes, ou vendidos pelas entidades a clientes.

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O Projeto Reforme é baseado no conceito da economia circular e da triple bottom line, ou “Tripé da Sustentabilidade”, que foca justamente nos aspectos ambientais, sociais e econômicos.

“O tripé promove um desenvolvimento em cadeia, desde a geração de emprego e renda para a população, que participa do processo de reforma e transformação das peças, até à proteção ao meio ambiente e todo o ecossistema”, acredita Welder Peçanha, vice-presidente da GOCIL.

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Cinco ONGs participam do projeto, enquanto 300 pessoas são envolvidas em todo o processo de destinação, transformação e venda do material.

Ao todo, são 24 toneladas de uniformes reciclados por ano, o que resulta em 16 toneladas de lixo sólido que deixam de ir para o meio ambiente, anualmente.

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