Resgate às tradições indígenas é um dos destaques do DW!19

As peças valorizam cultura e tradição dos povos no maior festival de design do Brasil, em São Paulo

Por Evelyn Nogueira Atualizado em 17 fev 2020, 15h53 - Publicado em 23 ago 2019, 17h51
Peça assinada por Tsiuya Turuza Waura Reprodução/Casa.com.br

O Design Weekend está chegando ao fim. Na última semana, acompanhamos os principais eventos do segmento, que formam o calendário do festival. Entre eles, estão instalações, exposições, lançamentos e repaginamentos de lojas.

Em todos os pilares do evento, houve um resgate às tradições indígenas. Novas peças, exposições e instalações valorizam a cultura indígena e demonstram a importância de valorizar o artesanato deste povo, no atual cenário político.

As peças, com caráter político, são alguns dos destaques do DW!19. Fizemos uma lista com alguns desses lançamentos. Confira abaixo:

Donatelli Tecidos

Reprodução/Casa.com.br

A marca faz uma reedição dos tecidos da Arte Nativa Aplicada, que durante 25 anos, celebrou as raízes e a arte através de uma estamparia inspirada em fontes culturais. A empresa busca fontes de inspiração nas produções artísticas de tribos indígenas.

Feira na Rosenbaum

Divulgação/Casa.com.br

A Feira na Rosenbaum, que ocorre sob a curadoria de Cris Rosenbaum, tem um espaço dedicado às criações indígenas na Galeria Millan. Cris promove o incentivo ao upcycling durante o evento.

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Tsiuya Turuza Waura na MADE

Divulgação/Casa.com.br

O artista do Xingu Tsiuya Turuza Waura expõe suas peças na 7ª edição da MADE. Nascido na Aldeia Piyalaga, Tsiuya dedica-se à arte em madeira e produz esculturas e bancos.

Mostra Brasil Tupi – Brazil S/A

Divulgação/Casa.com.br

Sob curadoria de Lilian Pacce e organizada pelo Brazil S/A, um grupo de 21 artistas e designer foi convidado para apresentar verões da rede de dormir, uma peça icônica da cultura indígena.

Decoralle

Divulação/Casa.com.br

Nadia Rezende assina um dos tapetes da nova linha da Decoralle. A designer representa a parte de um todo que se quebrou, da história indígena, que sobrevive aos pedaços ao longo do tempo. Os desenhos homenageiam o índio brasileiro, que se comunica com signos, representados e interpretados por ela.

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