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Lorenzo Quinn une mãos esculturais na Bienal de Arte de Veneza 2019

A escultura é composta por pares de mãos, que se juntam e representam valores universalmente essenciais: amizade, sabedoria, ajuda, fé, esperança e amor

 (halcyon art international/Casa.com.br)

Quem não conhece a famosa escultura de Lorenzo Quinn que bombou no Instagram em 2017? De volta a Veneza, o artista cria uma monumental obra para a Bienal de Arte 2019, que promete repetir o sucesso nas redes sociais.

 (halcyon art international/Casa.com.br)

Seu mais recente trabalho é intitulado como ‘Building Bridges‘, e estará aberto à visita do público no dia 10 de maio. Esta nova escultura é composta por seis pares de mãos, que se juntam na entrada do Arsenal de Veneza. Com cada par representando um dos seis valores universalmente essenciais – amizade, sabedoria, ajuda, fé, esperança e amor –, o conceito por trás do projeto visa simbolizar as pessoas superando suas diferenças para construir juntos um mundo melhor.

A instalação, com 20 metros de largura e 15 metros de altura, lembra as famosas pontes que caracterizam a cidade. O artista comenta: “Veneza é uma cidade de patrimônio mundial e é o local das pontes. É o espaço perfeito para espalhar uma mensagem de união e paz mundial, para que mais de nós, ao redor do mundo, construam pontes com os outros, em vez de muros e barreiras”.

 (halcyon art international/Casa.com.br)

O primeiro par de mãos simboliza a noção de amizade e mostra duas palmas das mãos delicadamente tocadas, mas sua conexão firme, forma uma imagem simétrica – expressando um estado de confiança e apoio. O valor da sabedoria é transmitido usando uma mão velha e uma jovem, evocando a ideia de que o conhecimento é transmitido de geração em geração. A ajuda é mostrada por duas mãos conectadas, simbolizando a empatia e a compreensão em um estado de apoio físico, emocional e moral, que constrói relacionamentos duradouros.

 (halcyon art international/Casa.com.br)

O conceito de fé é mostrado como a compreensão de uma pequena mão segurando os dedos de um pai na fé cega, e é um lembrete da responsabilidade de nutrir nossa geração mais jovem para crescer em confiança, auto-estima e confiabilidade. Enquanto isso, a esperança é mostrada como a junção inicial de dedos entrelaçados, representando o otimismo para o futuro. E finalmente, o amor é expresso por dedos firmemente entrelaçados, sugerindo a intensidade da devoção apaixonada; a manifestação física de um estado de ser que é fundamental para todos nós.

 (halcyon art international/Casa.com.br)

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