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4 hotéis cheios de história para você conhecer

No Reino Unido, Marrakesh e até na Itália, existem hotéis repletos de hóspedes icônicos e com papeis importantes no desenvolvimento da história mundial

Nós temos o costume de acreditar que hotéis não tem grande importância histórica – eles servem apenas para os períodos de férias e descanso. Mas se o Ritz de Paris é um bom exemplo (afinal, foi a casa de famosos como Coco Chanel e Ernest Hemingway), hotéis também têm uma importância histórica que podem ser um atrativo por si só.

O Ville de Paris, também na França, se tornou o palco da Revolução Francesa em 1789 – mais um argumento em nome dos hotéis cheios de valor histórico! Pensando nisso, separamos mais alguns para você colocar no seu radar a próxima vez que sair de férias.

1.Villa Feltrinelli, La Garda, Itália

O pequeno hotel italiano – ele tem apenas 21 quartos e suítes – virou o refúgio de Mussolini na década de 1940. Não só isso, mas toda a decoração e arquitetura é original dos anos 1800, quando os filhos de Faustino Feltrinelli, um milionário italiano, decidiram construir a propriedade.

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2.Cotton House, Ilha de Mustique

A ilha no mar das Caraíbas tem apenas um hotel, o Cotton House, que já se tornou o destino preferido da realeza britânica. Dentre os familiares reais, a rainha Elizabeth e sua irmã, a princesa Margaret, visitam o local com frequência. Mais recentemente, o príncipe William e Kate Middleton também passaram uma temporada por lá.

3.La Mamounia, Marrakesh

Winston Churchill, ex-primeiro-ministro britânico, gostava tanto do La Mamounia que declarou esse como “um dos lugares mais lindos do mundo”, na década de 1940. Aliás, o político era um hóspede tão frequente do local que o bar do hotel hoje leva o seu nome. O designer Yves Saint Laurent, o ator Charlie Chaplin e a atriz Marlene Dietrich também visitam o lugar sempre que podiam.

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4.Cliveden, Berkshire, Reino Unido

Os fãs de The Crown conhecem bem os cenários deste hotel. É ali que foram gravadas as cenas das festas do Lord Astor, assim como o palco do escândalo envolvendo John Profumo e Christine Keeler. O lugar também era um dos preferidos de Winston CHurchill e Chaplin, assim como do ex-presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt e do dramaturgo George Bernard Shaw.

Fonte: Architectural Digest

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