Histórias da Oficina de Agosto

Livro conta a trajetória do projeto que descobriu e incentivou artesãos de Bichinho, uma pequena comunidade no interior de Minas Gerais

Por Helena Dias Atualizado em 20 dez 2016, 20h54 - Publicado em 28 nov 2008, 10h39
Um título para uma foto sem titulo

Há 17 anos, Antônio Carlos Bech, o Toti, e sua irmã Sônia Vitalino abandonaram seu antiquário em Embu, grande São Paulo, para pôr em prática o projeto Oficina de Agosto. A idéia original era um projeto itinerante que despertasse nas comunidades por onde passasse a capacidade de produzir arte. Foi assim que os dois aportaram no vilarejo de Bichinho, interior de Minas Gerais. Ali encontraram gente comum com talento para as artes. Aos poucos, viraram escultores, pintores e inventores.

Cada um aprendeu uma arte e deu às suas obras um pouco de sua identidade. A produção era feita de maneira sustentável, cobrindo os custos e gerando renda para os participantes. Hoje a Oficina vende peças de artesanato para todo o Brasil, além de exportar para alguns países.

Essa história, que incluiu a pequena Bichinho no roteiro do melhor artesanato do país, é contada com delicadeza no recém-lançado livro O Brasil Genial da Oficina de Agosto, publicado pela Luste Editores. Escrito pela jornalista Cristina Ramalho, com fotos de Valdemir Cunha, o título contou com apoio do escritório de advocacia Machado, Meyer, Sendacz e Opice. Em cada capítulo, um pouco do barroco, dos cronistas, do fetiche e do erotismo ingênuo que reside no imaginário de cada artesão.

 

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O Brasil Genial e a Oficina de Agosto

Autor: Cristina Ramalho

Fotos: Valdemir Cunha

Editora: Luste Editores

Páginas: 152

Preço sugerido: R$ 128

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