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Tapetes: veja aqui uma seleção de modelos

Dos ocidentais, conheça matérias-primas e técnicas. Dos orientais, profusão de estampas e tradição em peças que levam o nome da cidade ou região onde são produzidas

Ocidentais

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Este modelo, que mistura fibras de papel e lã (a borda é feita de lona de algodão), se sintoniza com a tendência de misturar materiais (naturais ou sintéticos) no tear. Sai por 380 reais o m², com acabamento, na Azzadeh.

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No tear manual da designer paulista Nani Chinellato, as criações podem combinar diversas matérias-primas. Neste caso, a trama leva materiais naturais, como algodão, seda, lã e filetes de couro. Sai por 298 reais o m².

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O aubusson começou a ser produzido na França no século 17 com cores pastel misturadas a rosas, azuis e desenhos de flores. Hoje, é feito na China, que reproduz a técnica e o estilo. Na foto, peça antiga da Ana Luiza Wawelberg.

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Criação da designer inglesa Cristine Van der Hurd, este tapete leva pura lã da Nova Zelândia e é feito a mão nas Filipinas. Os relevos que formam desenhos resultam do corte da fibra. À venda na Square Foot por 2 460 reais o m².

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Seagrass é uma fibra vegetal de origem marinha que vem da China e se assemelha ao sisal. Muito usada na confecção de tapetes, pode aparecer em sua cor natural ou tingida. O modelo natural da By Kamy vale 150 reais o m².

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A seda foi uma das primeiras matérias-primas usadas na confecção de tapetes. Hoje, mesmo com o desenvolvimento de novas tecnologias, continua valorizada. Da Nani Chinellato, modelo 100% seda, custa 348 reais o m².

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Tradicionalíssima, a lã de ovelha é ainda a principal matéria-prima usada nos teares dos países do Oriente. Este tapete, da marca Casa Caiada, também usa fios de lã bordados a mão sobre uma tela. Sai por 695 reais o m².

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Fibra sintética, o náilon (ou poliamida) é muito resistente e de fácil limpeza. “Dependendo da quantidade de fios por m2, um tapete de náilon parece de lã”, afirma Alfredo de Oliveira. O modelo da Santa Mônica vale 253 reais o m².

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Outro fio natural muito usado para fazer tapetes, o algodão permite criar formas e volumes variados. O modelo da Tecer, feito no tear semi-industrial, leva algodão cru. Pêlo cortado com espessura de 18 mm. Por 825 reais o m².

Orientais

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A cidade de Isfahan produz um dos melhores tapetes iranianos, que tem base de seda ou algodão e trama feita com as lãs mais finas. Eles reproduzem desenhos que aparecem em mesquitas e, às vezes, preces ou poemas. Modernos ou antigos, os bons isfahan são ótimos investimentos. Da Phenicia em Arte, a peça com lã e seda custa a partir de 3 740 reais o m².

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Leva o nome de caucasiano por ser produzido na região do Cáucaso. A mistura de culturas de diversos países se revela nos tapetes através da riqueza de cores, desenhos e símbolos. Os mais antigos, quando bem conservados, costumam ser muito valorizados. Na Gaia, os caucasianos com base de algodão e trama de lã têm preços a partir de 3,5 mil reais o m².

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Todo mundo já ouviu falar do kilim, mas o nome não se refere a um tipo específico de tapete, e sim ao modo como é produzido e a seu aspecto final. Onde quer que seja feito, passa pelo tear manual com ponto contínuo (entrelaçamento sem nós). Os persas apresentam motivos florais ou geométricos. Na Ana Luiza Wawelberg, a peça antiga vale 1,5 mil reais o m².

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O ziegler ilustra a categoria dos tapetes orientais ocidentalizados. Trata-se de modelos criados por designers ocidentais e produzidos no Oriente, com a mão-de-obra, a matéria-prima e o modo de produção local. Afinal, o Ocidente é hoje o grande mercado consumidor de tapetes orientais. Com trama de lã e seda, o preço do m² parte de 2,2 mil reais na Século.

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Inicialmente confeccionados para os palácios dos marajás, os agra são tapetes indianos que apresentavam nós muito finos e eram muito coloridos. Com o passar dos anos, os indianos detectaram a demanda ocidental e passaram a produzir também em cores pastel. Na loja Gaia, a peça com base de algodão e trama de lã tem preços a partir de 3 mil reais o m².

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Produzido há anos no Irã por tribos nômades, o gabbeh ainda conserva seus aspectos primitivos. No passado, já houve modelos mais apurados, com motivos de tigres e leões. Os tingimentos eram todos naturais. Hoje, predominam os tons de cinza, preto e bege. O modelo da Casa Fortaleza é feito com 80% de lã e 20% de algodão e custa 499,90 reais o m².

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