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O que há por trás das cortinas

Varão, trilho ou cabo de aço? Ponteira de madeira ou acrílico? Braçadeira com cristais ou cordão de tecido? Os complementos são tão importantes quanto a escolha do tecido e seus arremates

Se a idéia é pendurar a cortina num varão aparente, saiba que são inúmeras as formas de fazer isso. O estilo do ambiente por si só já ajuda na escolha. A praticidade também deve ser levada em conta. Abrir e fechar, tirar e pôr precisam ser ações fáceis de executar. “Não se usa o que é difícil de manter”, completa a artesã Ana Cordeiro. E lembre: a quantidade de tecido varia muito com o modelo do arremate. “Pregas horizontais dão um efeito interessante e gastam menos material”, indica a decoradora Karin Killingsworth. Veja adiante outras opções.

Formas ousadas para os varões

 

Simples ou duplos, os tubos que recebem as cortinas continuam sendo uma das soluções mais procuradas. O campeão é o de aço cromado. Contudo, existe espaço para todos – materiais como a madeira e o ferro têm seus adeptos e acabamentos como o polido, o escovado e a pátina também. “Gosto de usar varão simples, pois ele valoriza a forma e o trabalho aplicado nos tecidos”, conta a estilista Tatiana Takasse, criadora das originais cortinas bordadas a mão da Santa Paciência. Os modelos escolhidos a seguir dão uma noção da variedade que existe no mercado. Inspire-se neles.

Equilíbrio e design nas ponteiras

 

Depois de escolhido o varão, preocupe-se em arrematá-lo com ponteiras que valorizem o conjunto. Às vezes, uma discreta bolinha cumpre bem o papel de finalizar as extremidades. Principalmente na presença de estampas. Em outros casos, essas peças podem ser a atração. “Funciona como uma roupa. Se você está vestindo peças neutras, um acessório mais elaborado completa e a diferencia dos demais”, compara a decoradora Zélia Aidar. Ah, e não é preciso repetir a ponteira nos dois lados do tubo. Use a imaginação e descubra os tipos que combinam com sua casa.

Perto da janela, outras instalações

 

E aqueles que não gostam de varão ou não podem adotá-lo por causa de interferências do projeto arquitetônico? Para essas situações, a alternativa: trilhos suíços. Sutis, eles ficam bem até à vista. Os rodízios de poliéster correm melhor e se encaixam nas canaletas sem dificuldade. Em tetos rebaixados ou com sancas, o sistema de trilho cai como uma luva. Cada vez mais raros, os bandôs nem sempre fazem parte das escolhas de arquitetos e decoradores. “Mas ainda são comuns em quartos de criança e disfarçam as antigas caixas de persiana”, comenta a cortineira Marilei Boldrini.

Movimento realçado por braçadeiras

 

Presas por braçadeiras, até parece que as cortinas estão fazendo pose. Mesmo os ambientes modernos já aceitam essas peças. Foi-se o tempo em que elas eram encontradas apenas em espaços clássicos. A maneira de amarrar vai depender do tecido e do efeito que se queira dar. Normalmente, ganchos discretos fixados nas laterais servem de suporte. Porém ousar faz parte e isso Ana Cordeiro pratica bem. Cuidadosa, ela prefere as tiras leves de voal e de seda para prender suas criações no centro das janelas. Os pingentes, por sua vez, migraram dos tetos e dos varões para cumprir a função de braçadeira. Segue aqui um pedacinho desse universo eclético.

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