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Cortinas: um glossário com 25 termos técnicos

Desvendamos o be-a-bá do universo das cortinas para você nunca mais ficar perdido com os jargões.

Nem sempre é fácil contratar os serviços de profissionais especializados em cortinas – a conversa logo tropeça em jargões quase incompreensíveis. Você também não sabe qual a diferença entre argolas e ilhoses? Ou para que serve uma braçadeira? Nós explicamos!

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Argolas – Anéis de metal, madeira ou plástico que sustentam a cortina no varão.

Bandô – Ornamento de tecido fixado na parte superior da cortina com o intuito de enfeitá-la ou de esconder o trilho.

Barra – Ou bainha, é a dobra costurada na parte inferior que dá acabamento à peça. 

Blecaute – Cortina encorpada que veda completamente a luz, feita de PVC ou de uma mistura desse material com tecido.

Braçadeira – Cordão ou faixa com a função de amarrar a cortina nas laterais, quando aberta. O mesmo que abraçadeira.

Chumbinho – Vareta metálica, revestida de tecido, que fica oculta na barra. Seu objetivo é fazer peso e impedir que a peça se torne esvoaçante demais. 

 

Deve ser retirada na hora de lavar.

Cós – Espécie de barra na parte superior da cortina. É onde se costuram aviamentos como a entretela e o franzidor. 

Entretela – Tecido bem estruturado que dá firmeza ao cós (usada em colarinhos). 

Forro – Confeccionado em tecido liso e neutro, é um acessório opcional, que protege o tecido principal do sol e reduz sua transparência, além de reforçar o isolamento termoacústico e o controle da luminosidade.

Franzidor – Aviamento que, quando costurado ao cós, ajuda a franzir a cortina  de maneira uniforme. É possível escolher entre vários modelos, de acordo com a quantidade e o estilo de pregas que se deseja. 

Gancho para braçadeira – Suporte, geralmente metálico, aparafusado na parede para encaixe da braçadeira.

Ilhoses – Aros de metal, madeira ou plástico fixados em torno de aberturas no cós, através dos quais pode-se pendurar a cortina no varão.

Painel – Cortina formada por painéis – em geral de tecido encorpado, como a lona –,que correm horizontalmente em um trilho.

Ponteira – Acessório que arremata e ornamenta as extremidades do varão.

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Prega americana – Dobra tripla no arremate superior da cortina (o cós), que produz um franzido virado para o alto.  

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Prega fêmea – Formada de duas dobras, em sentidos opostos, que se encontram no lado direito (frente) do tecido.  

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Prega macho – Composta de duas dobras, em sentidos opostos, que se aproximam no avesso do tecido. Ou seja, é quase como a prega fêmea vista pelo avesso.  

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Prega paulista ou wave – Dobras intercaladas nos dois sentidos, que produzem um efeito de ondulação. 

Rodízio – Acessório com rodinhas que deve ser costurado ao tecido, possibilitando à cortina correr em trilhos.

Sanca – Estrutura de madeira, plástico, gesso ou metal, fixada no teto, para esconder o trilho ou o varão. O mesmo que cortineiro. 

Terminal – Pecinha encaixada no trilho a fim de travar a saída dos rodízios.

Tiras – Quase sempre feitas do mesmo tecido da cortina, servem para pendurá-la no varão ou dar suporte a argolas. Também conhecidas como alças ou passantes. 

Trilho – Estrutura para pendurar a cortina. Permite que ela deslize com o auxílio de rodízios. Pode ser duplo ou triplo, para instalação de forro e blecaute. Os modelos plásticos, mais usados porque não emperram os rodízios, são chamados de trilhos suíços. 

Varão – Bastão de madeira, metal ou plástico que, apoiado em suportes (de teto ou de parede), sustenta a cortina.

Xale – Tecido sobreposto à cortina, com caimento lateral, para efeito decorativo.

 

Quer arriscar fazer a própria cortina franzida? Confira as dicas de Elenice Felix de Souza, responsável pela produção da Angelina Cortinas.

 

Meça atentamente a janela e leve as medidas à loja, para que o vendedor calcule a quantidade de tecido, pois os rolos têm larguras bem diferentes, dependendo da trama e do fabricante. Não deixe de informar o modelo da cortina e das pregas – as franzidas gastam em média duas vezes a largura da janela.

Comece o acabamento pelas laterais: as dobras, com 1,5 cm, são arrematadas com costura reta.

Para que a cortina fique mais pesada e bonita, deixe uma barra generosa, com 10 cm de altura, pelo menos.

Costure o cós, fazendo uma dobra de 8 cm na parte superior do tecido. Por dentro dela, passe uma tira de tecido – o mesmo da cortina ou um cadarço maleável – na largura exata do varão. Prenda as pontas, distribua o franzido com as mãos, alfinete e passe uma costura reta para fixá-lo.

Distribua as argolas de forma harmoniosa, mantendo distâncias iguais. É possível costurá-las no tecido ou fixá-las com penduradores do tipo jacaré, que podem ser facilmente removidos para a lavagem da cortina.

 

 

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