Pastilhas: lançamentos, formatos e matérias-primas

Difícil quem nunca pensou em ter um pedaço da casa revestido de pastilhas. Ainda mais com peças de diferentes materiais, para todos os ambientes e com diversos orçamentos

Por Por Carolina Diniz, Deborah Apsan (visual), Lara Muniz e Silvia Gomez (texto) | Fotos Xico Buny Atualizado em 19 jan 2017, 14h02 - Publicado em 28 out 2013, 21h40
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Temporada vai, temporada vem, e elas continuam sendo objetos de desejo. E se até há pouco tempo era difícil dissociá-las do vidro, hoje, inúmeras opções incrementam o mundo das pastilhas. “Entre os revestimentos, esse é um produto que já conta com um valor agregado representativo, pois envolve um elaborado trabalho de design”, aponta Antônio Carlos Kieling, superintendente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos (Anfacer). A impressão digital, tão celebrada pela indústria, também trabalha a favor dos pequenos formatos, e reproduções de pedras e madeiras já integram o mix de produtos de grandes fabricantes. E e só o começo. “As técnicas de reaproveitamento de materiais contribuem não só para a sustentabilidade como também para o surgimento de texturas inovadoras”, diz Ana Paula Gallaro, gerente de marketing da Gail. Isso sem contar os novos contornos e os materiais naturais, como bambu e madrepérola. Novidade é o que não falta. Confira a seguir.

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Produtos sem certificação podem comprometer o resultado final

A dúvida procede: como saber a qualidade do revestimento? “Para um leigo, é realmente difícil avaliar isso apenas com o olhar. Procure um fornecedor idôneo e desconfie de preços muito baratos”, alerta Antônio Carlos Kieling. Segundo ele, o preconceito contra os chineses é ultrapassado. “Há produtos bons e ruins tanto lá quanto aqui”, completa

 

Capricho na mão de obra: na hora de assentar peças pequenas, um milímetro de deslize faz diferença no final

Cuidado prévio na instalação evita as dores de cabeça mais comuns, como placas estufadas, pecinhas que se soltam ou exibem espaços vazios (ainda pior, com mofo) no fundo. Um assentador experiente, no entanto, não é barato: custa cerca de 30% mais caro que um profssional sem especialização.  

Preparo da base.  Antes da aplicação, a superfície deve estar  impa, nivelada e livre de vestígios de umidade.

Argamassa especial. Além da cor certa (são muitas opções), escolha um produto que assente e rejunte as peças de uma só vez; é mais prático. Nas piscinas, procure por versões que permitam fazer manutenção sem esvaziar o tanque.

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