Suavidade e muita luz

Sem mudar radicalmente a distribuição e as formas deste sobrado, a obra atualizou o projeto de 1978. O segredo foi trazer claridade, eleger acabamentos neutros e temperar tudo com pitadas de contemporaneidade.

Por Por Eliana Medina, Joana L. Baracuhy e Michelle Grein (assistente) Fotos: Eduardo Pozella/Ilustrações: Fabio Flacks Atualizado em 14 dez 2016, 12h58 - Publicado em 15 out 2008, 15h02

O casarão escuro, com janelas em arco e toldinhos redondos, não conquistou a gemóloga Vanessa e seu marido, o jornalista Fernando, à primeira vista. Mas a visita da arquiteta paulista Paula Souza e de uma junta de experts à ruazinha na zona oeste de São Paulo evidenciou todo o seu potencial. “Expliquei que daria para derrubar várias paredes na sala e encher a casa de luz”, diz a arquiteta, amiga do casal, contratada para a reforma. Um engenheiro de confiança estimou os gastos. A mãe avaliou tudo com seu reconhecido bom gosto e também consentiu. “Era um investimento grande, queria a certeza de fazer um bom negócio”, conta Vanessa. Dali para a frente, nos 12 meses de obra, o que se viu foi a parceria desses integrantes, unidos numa verdadeira força-tarefa. Conheça outra reforma que exigiu nove meses força-tarefa.

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