Eles fazem a diferença

Foi-se o tempo em que uma construtora ou uma incorporadora preocupavam-se apenas com projetos que preconizavam um padrão global de construção: área útil do imóvel, distribuição interna dos ambientes e espaço de lazer. Agora, os tempos são outros. O mercado, cada vez mais exigente, aloca-se em nichos de interesses e comportamentos distintos

Por Redação Atualizado em 20 dez 2016, 19h44 - Publicado em 19 abr 2007, 12h36
Um título para uma foto sem titulo

Endereço inteligente

Enquanto se fala ao telefone, controla-se a banheira a distância. No inverno, o piso pode ficar quentinho graças a um dispositivo que mantém a temperatura pelo tempo necessário. O Edifício Leopolldo, empreendimento da construtora Adolpho Lindenberg no bairro Cidade Jardim, previsto para julho de 2007, é um mundo à parte. Dos oito apartamentos de 628 m2, não se ouve o barulho frenético da cidade (possuem tratamento acústico) e não se corre o risco de falta de energia (há geradores privativos). Contam ainda com um sistema de aspiração central para eliminar o pó e os indesejáveis ácaros. Mas o preço é salgado: entre R$ 6 milhões e R$ 10 milhões.

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Para os descolados

O nome do edifício de apartamentos de 43 m2 já diz tudo: Urbano Duplex. “É na medida para os solteiros dinâmicos antenados com o movimento urbano”, diz Roberto Coelho da Fonseca, diretor de lançamento da Coelho da Fonseca. O prédio fica no coração comercial, financeiro e de lazer de um dos pólos mais badalados do Itaim Bibi: a rua Eduardo Souza Aranha. Tem lavanderia coletiva, central de congelados, vestiário para diaristas, cibercafé, piscina, ofurô e outros itens que estimulam a vida prática. O empreendimento leva a assinatura do renomado arquiteto João Armentano. A entrega está prevista para fevereiro de 2007 e o preço sai na faixa de R$ 220 mil.

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Em paz com a ecologia

Sustentabilidade é a palavra que norteia o projeto do condomínio Yacamin, numa área de 140 mil m2 na praia do Curral, em Ilhabela. Pilotado pelo arquiteto Ricardo Ramires e construído pela Odebrecht, o empreendimento manteve intactos 24% da mata nativa, respeitou a topografia natural do terreno na construção das 71 casas, usou madeira certificada e investiu no tratamento de esgoto estendendo-o por toda a praia do Curral. Não à toa o Yacamin conquistou o Prêmio Master Imobiliário 2006 em soluções urbanísticas. O sucesso das vendas foi imediato, com os imóveis entre R$ 350 mil e R$ 1,2 milhão.

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