Como uma escultura, esta casa ergue-se sobre o morro

Geometria urbana. Esta casa na zona sul carioca contorna com maestria o desafio de um terreno com 85% de declive. Pilares e vigas delgados dão leveza visual ao conjunto.

Por Reportagem: Simone Raitzik | Fotos: André Nazareth | Ilustrações: Campoy Estúdio Atualizado em 20 dez 2016, 18h31 - Publicado em 20 ago 2010, 19h20

No alto do condomínio no Leblon e cercado por contenções de encostas preexistentes, o terreno de 438 m² era um desafio aos arquitetos cariocas Pedro Pinheiro e os da equipe da +2 Arquitetos Associados, liderada por Guilherme Sousa e Franci Soares. Os proprietários pediram que o espaço fosse fluido, claro e integrado ao entorno. “A ideia era montar uma edificação leve, que parecesse pousada no topo do morro. Simplificamos o proeto privilegiando a unidade de materiais: metal e madeira predominam, além do vidro, recurso essencial para captar a paisagem”, revela Guilherme.

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