Casa de sítio em Paraty lembra casarões coloniais

O casarão é todo novo, mas traz com fidelidade as técnicas de construção colonial e clima de fazenda. Muito verde, quedas d'água e o mar podem ser vistos de suas janelas

Por Reportagem Ana Weiss (texto) | Design Leonardo Vaz | Fotos Nelson Kon | Ilustrações Campoy Estúdio Atualizado em 19 jan 2017, 13h10 - Publicado em 8 ago 2012, 20h37

Desde que se conheceram, a arquiteta Eliana Castellari e o marido curtem viajar por cidades onde ainda se vê e se cultiva o legado colonial em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Há cerca de dez anos, voltando do Carnaval em Paraty, RJ, souberam de um sítio à venda. “Depois de passar por ali, decidimos construir nosso refúgio de fm de semana”, recorda ela, que vive em São José dos Campos, interior paulista.

Como surgiu este sítio

 

“Chegamos a ocupar por um tempo uma casa muito simples que havia no terreno. Mas a ideia era erguer um espaço com a nossa cara na porção mais alta do lote.” A arquiteta conta, porém, que se desconcertou quando o marido expressou a vontade de reproduzir o feitio dos tradicionais casarões paratienses. “Eu imaginava um projeto contemporâneo”, admite. “Quando encontrei o construtor e fui conversar com os trabalhadores locais, sobretudo os restauradores, entendi que meu desafo seria aproveitar a experiência única desses profssionais, que fazem um trabalho quase artístico, do frontão de pedra aos gradis de ferro recuperados. Me debrucei a estudar o desenho colonial de engenho e estou muito feliz com minha casa típica”, fala.

 

 

 

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