Casa de final de semana com tijolinho aparente e telhas artesanais

Esta casa de fim de semana ficou tão gostosa que o casal de proprietários passa metade da semana nela – e pretende se mudar de vez muito em breve.

Por Reportagem Ana Weiss (texto) e Eliana Medina (visual) | Design Júlia Blumenschein | Fotos Carlos Piratininga Atualizado em 14 dez 2016, 11h32 - Publicado em 15 out 2012, 14h31

Detalhista, a diretora de arte Sylvia Monteiro acompanhou cada passo da obra da segunda casa dela e do marido, o fotógrafo e médico Adolfo Leirner. Para se dedicar ao projeto, abriu mão de um apartamento no Guarujá, litoral norte paulista, após guardar num baú objetos, toalhas, mantas e livros que poderia usar no novo retiro, no interior. Chamou os arquitetos Renato Marques e Daniel Fromer, do Studio Casa 4, escritório com grande experiência em projetos contemporâneos inspirados na tradição da arquitetura caipira.

Como foi o desenvolvimento do projeto

 

Daniel, hoje à frente do estúdio, ao lado da arquiteta Maria Paula Meixner, relembra a participação da cliente e a importância dessa proximidade: “O envolvimento da Sylvia contribuiu para agilizar o processo e a conclusão da obra, que não chegou a um ano. Foi um grande prazer para todos nós essa união no trabalho”. A proprietáriapreferiu contratar ela mesma os fornecedores e sentiu na pele a experiência de morar dentro de uma obra: “Entramos na casa quando o piso acabara de ser aplicado. Mas ele não fcou bom, e tivemos de refazer sem sair de lá”, relembra. A sorte é que o próprio projeto, composto de três núcleos (casa principal, mostrada nesta reportagem, de hóspedes e ateliê-estúdio), oferecia áreas prontas que abrigaram o casal durante a refação do acabamento. Esse desenho de módulos autônomos é oque garante a privacidade dos donos e de seus convidados. A solução agradou: “Hoje já fcamos metade do nosso tempo aqui, e pretendemos nos mudar em breve”, revela Sylvia.

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