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Apê de 117m² equilibra o estilo industrial com um toque de aconchego

As arquitetas Fernanda Medeiros e Carolina Mendonça conceberam um projeto versátil e estiloso para um imóvel alugado

Por Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
1 nov 2022, 13h00 • Atualizado em 29 fev 2024, 14h00
Sala de estar integrada com jantar; parede de tijolinhos
 (Lilia Mendel/Casa.com.br)
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  • Sala de estar integrada com jantar; parede de tijolinhos
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)

    Bem no começo da pandemia, uma empresária que vive com seu filho de nove anos alugou este apartamento de 117m², no Rio de Janeiro, mas, antes de se mudar para o imóvel, ela pediu à arquiteta Fernanda Medeiros um projeto para renovar a área social e os quartos, que foi desenvolvido em parceria com a arquiteta Carolina Mendonça, que mora em Chicago.

    Devido às medidas de isolamento social da época, o trabalho foi inteiramente desenvolvido online, com todas as reuniões via zoom.

    Sala de tv; tv em painel de madeira; rack
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)

    “Praticamente não houve obra. Trocamos os rodapés, refizemos a pintura e aplicamos papel de parede. Mesmo sendo o imóvel alugado, como a cliente queria investir em marcenaria, projetamos algo simples para que ela pudesse remontar em um eventual novo endereço e investimos em móveis de qualidade, com design atemporal”, conta Fernanda.

    Sala de estar com sofá em couto e parede de cimento queimado
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)
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    “A cliente queria que todo o apartamento tivesse um ar industrial. Também gostamos do estilo, mas tínhamos pensado em algo mais acolhedor para ela e o filho”, acrescenta. A solução encontrada pelas arquitetas foi investir pesado em materiais que “aquecem” o ambiente – como couro, tijolinho de demolição e madeira natural, equilibrando assim a frieza que o cimento e o metal preto costumam evocar.

    Ateliê de artesanato
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)

    Outro pedido da cliente foi transformar um dos quartos em ateliê, já que seu hobbie principal é fazer artesanato. “Criamos este espaço a partir de móveis em madeira de demolição, metalon, ferro e objetos antigos que faziam parte do acervo pessoal da moradora”, explica Fernanda.

    Quarto com cama, paredes cinzas, cabeceira cobre e quadrinho
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)
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    Segundo ela, outro desafio foi projetar o quarto do filho de nove anos, sem deixá-lo infantil. Neste caso, a solução foi combinar cabeceira em couro caramelo, papel de parede xadrez e móveis de ferro e madeira. “Ele adorou o resultado, pois conseguimos usar todas as referências que ele nos apresentou”, relata.

    Sala de jantar com parede em tijolinhos, mesa em madeira
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)

    Como se tratava de um imóvel alugado, não houve modificações na planta do imóvel. A cozinha e os banheiros permaneceram como eram, a sala e os quadros ganharam novo visual sem quebra-quebra e o quarto de serviços foi transformado em um local para guardar equipamentos de esportes, malas, roupas de inverno e botas.

    Sala de jantar integrada com estar; espelho
    (Lilia Mendel/Casa.com.br)
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    No que se refere à decoração, todos os móveis são novos e alguns adornos vieram do acervo da cliente. Na sala de estar com tv se destacam o sofá em couro caramelo envelhecido com pés de metal e o rack ebanizado com portas de palhinha. Já no quarto da cliente, a cama com estrutura de ferro preto rouba a cena.

    Curiosidade: Como o projeto foi iniciado no início da pandemia, a arquiteta Fernanda Medeiros só encontrou a cliente pessoalmente no dia do levantamento e no dia da sessão de fotos, quase um ano depois, quando começou a reabertura e o novo normal.

    “Foi o primeiro projeto entregue desenvolvido no período do isolamento, o que me trouxe enorme satisfação”, relembra Fernanda.

    “Nosso maior desafio neste projeto foi criar espaços acolhedores sem deixar de lado o estilo industrial pedido pela cliente”, conclui Fernanda.

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