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Vem aí a primeira edição do SP-Arte Viewing Room

A badalada feiras de artes inaugura sua versão online e apresenta obras de expositores nacionais e internacionais, além de projetos artísticos independentes

 (divulgação/Casa.com.br)

Um dos efeitos interessantes do isolamento social é o fôlego que os eventos virtuais estão tomando. E vários deles mostrando potenciais antes pouco explorados. Exemplo disso é a SP-Arte, a movimentadíssima feira de artes que acontece todo ano em São Paulo, mas que, esse ano, vai ganhar uma versão online do evento entre 24 e 30 de agosto. Trata-se do SP-Arte Viewing Room, que vai reunir milhares de obras de arte moderna e contemporânea e peças de design. Tudo apresentado por mais de 100 galerias do circuito nacional e internacional em um único ambiente digital.

Entre as galerias já confirmada estão nomes como Almeida e Dale, Etel, Fortes D’Aloia & Gabriel e Galeria Nara Roesler, de São Paulo, Carpenters Workshop Gallery, de Londres, Continua, de San Gimignano e muitas outras. Além disso, estreiam coletivos e projetos artísticos como Levante Nacional Trovoa e Plataforma 01.01, de São Paulo.

 (divulgação/Casa.com.br)

E, se o movimento da versão física e in loco da SP-Arte já era gigantesco, o da versão virtual deve ser ainda maior por diminuir a distância física. “O SP-Arte Viewing Room foi desenvolvido com muito empenho a fim de ampliar as oportunidades de negócio de nossos expositores. Contamos com um robusto tráfego do site da SP-Arte, que recebe em média 40 mil visitas mensais, para criar uma plataforma democrática, atendendo às necessidades do sistema no momento em que vivemos. Acreditamos que as plataformas digitais irão potencializar o alcance do mercado de arte brasileiro, por exemplo, abrindo ainda mais as portas para o cenário internacional ou mesmo aproximando novos colecionadores, que se sintam mais à vontade no ambiente online”, diz Fernanda Feitosa, fundadora e diretora da SP-Arte.

Vai funcionar assim: cada galeria vai ter uma página, onde o visitante poderá percorrer um projeto expositivo com até 30 obras de um ou mais artistas. E o expositor poderá incluir vídeos e áudios para criar uma narrativa única e enriquecer a experiência do usuário. E, se você se interessar por algum trabalho, em apenas um clique é possível iniciar o contato com a galeria.

 (divulgação/Casa.com.br)

E a ideia do evento é mesmo é facilitar a comunicação e democratizar o mercado das artes. “Possíveis compradores que pensam, a princípio, que obras de arte estariam fora do seu alcance, podem perceber que o valor dos trabalhos está mais perto de seu orçamento do que imaginam. Neste projeto, optamos por estimular os expositores a informarem os valores de suas obras, seja por meio do preço exato ou de uma faixa de preço. Estamos confiantes que esta maior transparência e facilidade de acesso às obras de arte possam desmistificar muitas questões sobre o mercado, revolucionando assim nosso setor e favorecendo ambos o comprador final e o expositor “, pontua Feitosa.

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