Casa é projetada para situações extremas

Este protótipo russo de 16 m² se adapta a regiões remotas e condições adversas

Por Silvia Gomez Atualizado em 9 set 2021, 12h33 - Publicado em 11 set 2017, 13h01

O nome do abrigo lembra talvez o de algum robô de ficção científica: CDD16. Aqui, a ficção imaginada é a de um mundo com ambientes naturais hostis, ao qual o projeto do arquiteto Ivan Ovchinnikov, do estúdio BIO Architects, conseguiria se adequar, até mesmo se precisasse ficar sobre águas. Como? São dois módulos detalhadamente calculados.

A começar pela estrutura da construção – faixas de madeira laminada cheias de recortes –, a extrema leveza era condição para que a casa fosse fácil de ser transportada para qualquer canto do planeta. Divulgação/Divulgação

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“Todos os elementos construtivos são leves: esqueleto de madeira laminada, isolamento de espuma de poliuretano e fechamento externo de folhas de alumínio”, diz Ivan, cujo plano é testar a proposta em diferentes regiões (ela tem recortes para ser carregada por um helicóptero e conta com energia solar, reaproveitamento de água e banheiro biológico).

A espuma de poliuretano, material isolante, vai como recheio entre o esqueleto de madeira e os painéis de alumínio da fachada acabada. Aqui, um carrinho transporta um dos módulos. Divulgação

No final do ano passado, por exemplo, o CDD16 morou em um lago graças à ajuda de um sistema avulso de flutuação, típico de barcos. A seguir, veja detalhes do interior da morada.

No site do escritório, um vídeo exibe como pode ser feita a instalação do protótipo.

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