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A cidade e a arquiteta Paola Viganò

“O centro urbano tem de ser confortável, inclusivo e acessível a todos”, diz a especialista

Por Carine Savietto e Cristiane Teixeira
27 abr 2017, 20h03 • Atualizado em 9 set 2021, 13h03
Arquiteta e urbanista italiana, foi a primeira mulher a receber o Grand Prix de l’Urbanisme, do governo francês, em 2013.  (Wander Malagrine/Wander Malagrine)
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  • Arquiteta e urbanista italiana, Paola Viganò é autora dos planos diretores de cidades europeias como Siena, Bérgamo e Antuérpia. Quinta entrevistada da série de mulheres a tratarem sobre urbanismo, ela comenta a função do arquiteto em relação aos centros urbanos e a importância da identificação dos habitantes com o espaço.

    Siena, Itália
    Siena, Itália (Reprodução/www.italia.it)

    O que guia os seus trabalhos?
    Falar em erguer mais muros é uma metáfora do que o mundo está virando, com as cidades cada vez mais fechadas em si. Eu busco o oposto disso: maleabilidade, integração, coletividade, ideias resumidas pelo conceito de porosidade. O papel do arquiteto é desenhar os poros da cidade – isso envolve criar mais parques e locais de lazer. Também implica pensar em aberturas em um edifício privado ou um museu, por exemplo. Significa manter uma certa comunicação entre o que está dentro e o que está fora.

    O espaço importa?
    Quando alguém se reconhece em um ambiente, sente que faz parte de algo. Consequentemente, estabelece uma relação de responsabilidade e cuidado com esse lugar.

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