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Garagem se transforma em ateliê de arte

A brincadeira é liberada dentro e fora do ateliê construído nesta casa paulistana

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Nesta casa, só se faz arte. Localizada bem de frente para a morada da família, que a aluga como espaço de trabalho e acomodação de hóspedes, ela tinha a fórmula perfeita: um terreno grande com um jardim generoso. “Transformamos a velha garagem em ateliê e criamos áreas para aproveitar melhor os espaços abertos”, revela a arquiteta Carol Kaphan Zullo, do Mínima Arquitetura e Urbanismo, que fez a reforma em parceria com o escritório ODVO, ambos de São Paulo. Do lado de fora, o patamar de concreto (1,80 x 4,30 m) abriga a caixa com areia quartzosa (Mineração Jundu), melhor para brincar por ser mais fina e permeável. Ali do lado fica o tanque de seixos – massagear os pés entre as pedras é distração também para os adultos. As crianças ficam livres, mas sob o olhar atento da avó artista, que trabalha no ateliê, com abertura para o quintal. As paredes, descascadas até o reboco e pintadas de branco, cumprem papel de galeria de arte ao exibir a produção artística das várias gerações.

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As boas ideias deste projeto:

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– Abertura ampla: para receber o janelão (1,44 x 3 m), foi preciso erguer dois pilaretes e uma viga reforçando a estrutura.

– Passarela suspensa: elevado do solo, o deck de cumaru fica protegido da umidade e parece flutuar.

Para refrescar: em dias quentes, o tanque de seixos vira uma piscininha com a ajuda de uma mangueira. Um ralo dá conta.

– Toque de cor: ladrilhos hidráulicos (Dalle Piagge) enfeitam o concreto. As juntas de dilatação foram feitas com corte.

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