Conheça os relógios que marcam o compasso de São Paulo

Antigos, modernos, ritmados por engrenagens ou computadores, eles orientam o tempo de milhares de pessoas diariamente  

Por Texto: Letícia de Almeida Alves Fotos: Mauro Donato Atualizado em 19 jan 2017, 13h27 - Publicado em 6 ago 2009, 19h58
Um título para uma foto sem titulo

No topo do Conjunto Nacional, edifício projetado por David Libeskind na avenida Paulista, cintila o primeiro relógio digital público da cidade. A tela de 75 m de comprimento e 7 m de altura é iluminada por centenas de metros de tubulação de neon. Ela mostra a hora há mais de 30 anos. Mas apenas a partir de 1992 esse equipamento passou a ser controlado por computador. Igualmente preciso, porém dotado de um maquinário alemão movido a corda, é o relógio principal do Mosteiro de São Bento, instalado em 1921. Na construção neocolonial da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, fica o relógio francês que funciona num tique-taque incessante desde 1884. Também se destacam os modelos das estações Júlio Prestes e Luz. Instalado em 1950, o relógio da Estação da Luz está em plena função. Com 4 m de diâmetro, o da Júlio Prestes exibe-se na torre erguida em 1938, inspirada na Gare de Lyon, em Paris. Mais moderna, com 50 m de altura, a torre do relógio da Universidade de São Paulo tem 36 anos. Os adornos em baixo e alto-relevo simbolizam as ciências e as artes, obra da artista Elisabeth Nobiling a convite de Rino Levi. No alto, impõe-se o relógio movido a eletricidade e bateria. Se você gosta da arquitetura do centro antigo de São Paulo, saiba como elaborar um roteiro para um passeio gostoso no final de semana.

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