Material de demolição foi o ponto inicial para este projeto

Toque de nostalgia: interessado em erguer um refúgio distante do agito da cidade, um casal de São Paulo elegeu primeiro o tipo de material que desejava usar – de demolição – e depois o arquiteto ideal para o projeto. 

Por Eliana Medina e Joana L. Baracuhy Fotos: Victor Affaro

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Um título para uma foto sem titulo

Em busca de fins de semana relaxantes, um casal paulistano comprou um terreno perto de Bragança Paulista, SP, a 83 km da capital. Os dois escolheram a dedo a sonhada porção de terra: 5 800 m² diante da represa de Jaguari, um dos reservatórios que abastecem São Paulo com água potável. O lote tinha a margem plana, perfeita para receber um ancoradouro, e um platô com bela vista da paisagem, ideal para a implantação da casa. Um arquiteto da região, que podia acompanhar os trabalhos de perto e entendia o estilo rústico que desejavam, ficou encarregado do projeto. O dono de uma loja de materiais de demolição em Atibaia, SP, indicou ao casal o jovem arquiteto Gustavo Picarelli, que havia estudado em São Paulo e retornado para sua cidade natal, Bragança Paulista. Ele recebeu a tarefa de projetar uma casa simples e confortável, com materiais antigos e aberta para a natureza. Se você também gosta do estilo rústico e procura por casas de madeira, não deixe de ver nossa seleção com 28 fachadas.

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Comum nas redondezas, o granito vermelho foi comprado na região e rachado em blocos grandes, que revestem a base da varanda. Um pórtico feito com dormentes de pontes férreas (de O Relicário, medem até 6 m de comprimento) desenha a entrada da casa
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