Triptyque está no Pompidou: chique!
Arquitetos do coletivo franco-brasileiro falam sobre o chamado a integrar o acervo do Centro Georges Pompidou, em Paris
Como se deu o convite para fazer parte da coleção permanente do museu francês?
Foi um processo gradual. Eles nos procuraram em 2008, com o intuito de conhecer melhor nossos projetos e carreira. Por sermos um escritório jovem, nos acompanharam até agora para ver o amadurecimento do trabalho.
Por que os curadores pediram as maquetes da agência Loducca e do futuro pavilhão do centro de visitantes do Instituto Inhotim, entre alguns desenhos?
O Centro Georges Pompidou quer, na verdade, preservar e escrever a história da arquitetura moderna. E, quando pedem essas peças, eles são responsáveis por elas para sempre. Lá, estão obras de grandes arquitetos e outras de gente mais nova, como nós. Talvez o interesse tenha vindo por elas unirem o universo artesanal ao tecnológico
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