Gustavo Penna

Gustavo Penna vê na arquitetura uma forma de homenagear, pensar e até se indignar.

Por Da redação Atualizado em 20 dez 2016, 20h53 - Publicado em 21 set 2007, 15h58

Este mineiro formado pela UFMG idolatra Niemeyer, mas não esconde as influências do avô, o poeta José Oswaldo de Araújo, e artísticas de Amilcar de Castro. Premiado pela Bienal Internacional de Arquitetura do Brasil, Gustavo tem uma linguagem universal e busca espaços iluminados, leves e múltiplos.

“Uma casa nasce da relação com o chão”, costuma dizer o arquiteto. Esse pensamento, presente em todos os seus projetos, nunca foi tão explícito como neste. Localizada num condomínio fechado a meia hora de carro de Belo Horizonte, num lote privilegiado à beira de uma lagoa e com vista para as montanhas, a construção encontrou um jeito único de homenagear o entorno: um pórtico de 6 m de altura por 3 m de largura do lado esquerdo da fachada principal, branca e sem janelas.

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