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Bienal de Veneza: mergulho na arte

Na 54ª Bienal de Veneza, a tendência é imergir os visitantes em instalações grandiosas que criam universos paralelos e promovem experiências para todos os sentidos

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Os galpões centenários de tijolos aparentes, telhas vermelhas expostas pela ausência de forro e imponentes colunas, à beira de um canal, em si já promovem uma experiência. Ainda assim, na 54ª edição da Bienal de Veneza, em cartaz até 27 de novembro, tanto os prédios do Arsenale, abrigo de boa parte da mostra principal, quanto os do Giardini, onde ficam os pavilhões nacionais, cada um com seu estilo, estão ricos de instalações grandiosas, verdadeiros ambientes que propõem vivências sensoriais e de imersão. Por exemplo, James Turrell inunda seu espaço de luzes coloridas, enquanto Haroon Mirza leva os visitantes para uma câmara escura à prova de som. O argentino Adrián Villar Rojas transporta o público a uma viagem a um mundo paralelo, cheio de fósseis do futuro, e a japonesa Tabaimo mostra o presente futurista de seu isolado país.

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