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Centro Cultural Coreano é reinaugurado na Avenida Paulista

Fundado em 2013, o Centro se muda para a principal avenida da cidade no ano de comemoração dos 60 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Coreia

Fachada do prédio que sedia o novo Centro Cultural Coreano no Brasil.

Fachada do prédio que sedia o novo Centro Cultural Coreano no Brasil. (Divulgação/Casa.com.br)

De endereço e cara nova. É assim que se encontra o Centro Cultural Coreano, espaço dedicado ao intercâmbio cultural entre Brasil e Coreia. Fundado em 2013 no Bom Retiro, o centro agora se encontra em plena Avenida Paulista, em uma construção inovadora assinada pelos escritórios de arquitetura Padovani Arquitetos e Oliveira Cotta. O projeto contou ainda com a participação do premiado designer coreano Kira Kim.

A mudança vem em um momento bastante especial: neste ano, completam-se 60 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Coreia. Para o diretor da instituição no Brasil, Young Sang Kwon, a reinauguração é, assim, uma afirmação de um estreitamento de laços entre os dois países.

 (Divulgação/Casa.com.br)

O Centro foi oficialmente reaberto neste último domingo, 4 de agosto, com um evento completo, que exaltou a cultura coreana.

Na programação, estavam atividades como shows gratuitos da cantora Minzy e do tradicional grupo Namsadangpae, que também apresentaram acrobacias em cordas, além de uma performance inédita da artista coreana Mukwon KimO evento contou ainda com a participação do vice-ministro da Cultura, Esportes e Turismo da República da Coreia, Roh Tae Kang.

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O novo prédio-sede, original dos anos 1970, tem uma área aproximada de 900 . Seu primeiro andar tem capacidade para 100 lugares, um salão de exposições e a cozinha – na qual serão realizadas as aulas de culinária coreana.

No local, estão instaladas telas de alta tecnologia para exposições de artes digitais, na qual serão mostradas obras de artistas coreanos e brasileiros, tais como recriações de clássicos da era Joseon, paisagens naturais brasileiras feitas em estilo coreano e muitas outras. 

Os escritórios de arquitetura Padovani Arquitetos e Oliveira Cotta inseriram no projeto do térreo os pórticos e vigas de madeira laminada colada (MLC), numa intervenção pontual, para fazer o link entre a matéria-prima do Brasil e a da Coreia.

Os escritórios de arquitetura Padovani Arquitetos e Oliveira Cotta inseriram no projeto do térreo os pórticos e vigas de madeira laminada colada (MLC), numa intervenção pontual, para fazer o link entre a matéria-prima do Brasil e a da Coreia. (Divulgação/Casa.com.br)

Já no segundo andar, além da biblioteca e das salas de aula, está uma estrutura digital na qual os visitantes poderão aprender sobre a cultura coreana. Lá, também, fica instalada uma mesa com uma biblioteca digital composta por filmes, webtoons, vídeos de k-pop etc.

Quem visita o espaço poderá, também, tirar fotos com roupas tradicionais e também aprender sobre as casas e a escrita coreanas – tudo por meio de telas touch screen!

 (Divulgação/Casa.com.br)

Mas não para por aí: mesmo sem viajar para a Coreia, será possível visitar alguns dos locais turísticos mais famosos e ter uma experiência única com os óculos de realidade virtual disponíveis no lobby do segundo andar.

Todas estas instalações digitais fazem parte da área experimental digital da cultura coreana, que foram feitas na Coreia com tecnologia ICT e enviadas para o Brasil para que as pessoas tenham a oportunidade de “vivenciar” a cultura coreana de uma forma totalmente nova.

Para acolher todas estas tecnologias, o edifício foi todo restaurado. “Fizemos um retrofit completo das instalações elétricas, hidráulicas, ar-condicionado, segurança, dados/voz e alarme de incêndio”, conta Antônio Cociolito, diretor da Temon – empresa de engenharia responsável pelas obras.

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Cociolito também diz que o planejamento do Centro Cultural Coreano foi inovador dentre suas experiências profissionais e que teve muito cuidado com tecnologia. “O projeto contemplou equipamentos modernos de ar-condicionado, tratamento acústico super sofisticado, os pórticos e vigas de MLC, portas acústicas, divisórias retráteis, modernos sistemas digitais de realidade virtual (onde os visitantes podem interagir com a cultura coreana) e video-walls de ultima geração”, finaliza o engenheiro.

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