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Café com menos de 10 m² conquista São Paulo

O The Coffee, como é chamado, estabelece uma nova relação com a arquitetura em espaços gastronômicos

 (Eduardo Macarios/Divulgação)

Minimalismo e café. Marcas do século XXI, os dois conceitos vêm ganhando cada vez mais espaço nas cidades – mesmo nas cosmopolitas, como São Paulo. Prova disso é a chegada da quinta unidade do The Coffee à capital paulista.

Inspirado no Japão (por que será?) e nascido em Curitiba, o estabelecimento foi projeto por Ana Carolina Boscardin e Edgard Corsi (Studio Boscardin.Corsi) e apresenta características bem definidas: fachada verticalizada pintada de preto e letreiro simples e elementar.

Localizadas em diferentes pontos da cidade, o café e suas pequenas portinhas quase desaparecem em meio ao vai e vem dos carros, mas definitivamente chamam a atenção de quem caminha pela rua.

“Bom dia. Um café, por favor? Obrigada!” ao tempo deste diálogo, o cliente pega sua bebida e se despede do pequeno espaço. O intuito dos arquitetos foi justamente aproveitar essa “pequena fenda urbana” para criar um ambiente original e, desse modo, transformar a rotina de quem frequenta a região.

“É um erro pensar que as cidades modernas não têm espaço, é preciso repensar do que precisamos para criar um ponto interessante”, defende Edgard.

 (Eduardo Macarios/Divulgação)

Foi assim que de uma pequena porta de serviço em Curitiba deu lugar a um café. Já são nove unidades divididas entre a capital paranaense e São Paulo, com medidas que variam entre 3 m² e 9 m² e unidade estética entre todas as lojas.

 (Eduardo Macarios/Divulgação)

“Em meio à agitação e da correria do dia a dia, onde tempo é dinheiro e a cafeína é necessária para restaurar as energias, nada é mais providencial que um café estilo ‘para levar’”, explica Ana. Edgard complementa: “aqueles que têm mais tempo degustam o café em pé, na calçada, ou sentados no banco na frente”. É dessa forma que se ocupa a rua e a cidade.

Minimalista do teto ao chão, o The Coffee apresenta um projeto funcional de cores contrastantes e materiais inusitados: ripas metálicas, madeira clara e caixa em acrílico que, quando acesa, revela o melhor – a luz.

Além disso, o planejamento também recebeu um toque de sensibilidade. Pensando na importância do contato humano, a máquina de café expresso foi posicionada de forma que o barista sempre fique de lado ao cliente, e nunca de costas.

Os pedidos podem ser feitos através de um tablet, na bancada de atendimento ou de maneira prévia no aplicativo do estabelecimento – ótima opção para quem ficou com vontade de um café depois de ler esta matéria, né?

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