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Pesquisadores do MIT conseguem reproduzir pelúcia com uma impressora 3D

Ao desenvolver um programa especial, cientistas conseguem reproduzir fios microscópicos inspirados na biologia

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A ciência continua mudando a forma como fazemos design – dessa vez, através de inovações na tecnologia das impressões 3D.

Semana passada, na conferência CHI 2016 que acontece em San Jose, California, uma equipe de cientistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology) apresentou o Cilllia.

Na biologia, as cílias são organelas minúsculas que lembram fios de cabelo, presentes em algumas células e que se movimentam de maneira ritmada. A Cilllia, impressa em 3D, não é muito diferente: a ciência imita a natureza em um conjunto de pelos tão finos quanto 50 mícrons de diâmetro com diversas funções possíveis, inclusive provocar movimento.

Tudo depende do design planejado para sua impressão, com diferenças no comprimento, espessura e inclinação de cada fio. A Cilllia torna possível a criação de um sem número de experiências estéticas e táteis, com superfícies novas cheias de detalhes em sua textura.

Confira as fotos que mostram como o Cilllia funciona – e como ele pode ajudar a inovar no design:

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Apesar de a pelúcia ser o produto final desses cientistas, outra grande novidade é o processo de criação da mesma: eles desenvolveram um software especial para criação de bitmap, para poder desenvolver os modelos com centenas de fios. A geração em bitmap permite salvar arquivos que podem ser lidos diretamente pelas impressoras 3D sem usar o método tradicional, que passa por softwares CAD e, pela grande quantidade de detalhes do Cilllia, criaria arquivos pesadíssimos, lentos e que travariam.

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