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Fique por dentro: 9 dúvidas sobre cortinas

Especialistas esclarecem tudo o que você sempre quis saber para colocar cortinas em sua casa. Aproveite e conheça 8 modelos para todos os gostos

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1. Qual a melhor cortina para ambientes pequenos? Tecidos leves e claros não comprometem o espaço. “Prefira uma peça com pouco volume e instale próximo ao teto para criar a percepção de um pé-direito alongado”, ensina Paulo Rossi, da Interiores Confecções. Panos indicados: voal e gaze de linho sem prega. “Ou a prega macho, mais seca.”

2. E para onde bate muito sol?

Além das telas solares, feitas de fibra de vidro e PVC e encontradas em lojas de persianas, você pode optar por modelos de tecido compostos com forro, de preferência tramas sintéticas resistentes ao desgaste, caso do tergal de poliéster. “O forro é importante em qualquer cortina, já que aumenta seu tempo de vida”, atesta Toninho Makul, da Villa Nova.

3. Em que caso usar varão ou trilho? Em geral, o trilho pede a camuflagem de um cortineiro, bandô ou forro de gesso, o que deixa o visual clean. “Mas já vejo decorações modernas assumindo o trilho aparente”, conta Paulo Rossi. Por sua vez, o varão admite uma instalação prática. Além disso, você controla as ondulações de acordo com a disposição das argolas ou ilhoses, caso do modelo de linho abaixo, do arquiteto Leonardo Junqueira. “Para que o varão não envergue, compre com a espessura mínima de 1,3 mm”, alerta Toninho.

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Se a sala tem mais de uma janela, as cortinas precisam ser idênticas? Os profissionais prezam pela unidade visual. Por isso, se não for possível usar o mesmo modelo, conserve o tecido. “É comum ter situações assim, quando um quarto é integrado ao living com terraço ou quando há algum móvel sob uma das janelas”, exemplifica Eliana Esteves, da Donatelli. “Mantenha a linguagem de tom e tecido”, recomenda a arquiteta Maria Paula Brasil.

Que proporções devem ser observadas na confecção? Antes, é preciso saber se o tecido foi pré-encolhido, caso ela seja natural (algodão, linho, seda e viscose). Para esses panos, recomenda-se a barra dupla – esse recurso salva a cortina se houver novo encolhimento. Segundo Paulo Rossi, a maioria dos clientes pede a cortina rente ao piso por praticidade. “Mas alguns arquitetos acham elegante que o tecido arraste no chão, até 5 cm.” Na lateral, o normal é que ele ultrapasse 20 cm a borda da janela e, na parte superior, pelo menos 25 cm.

Como trabalhar com janelas extensas?

Uma cortina homogênea é elegante. Por outro lado, a divisão facilita o manuseio. “Normalmente, ela acompanha a abertura da janela e o próprio tecido disfarça a junção”, fala a designer de interiores Marília Caetano, que assina a peça de gaze de linho abaixo, separada no centro da porta de 5 m.

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Que modelo favorece a acústica e ameniza o ruído da rua? Além de vedar a luz, o blecaute abafa o som, especialmente se usado como forro, caso

da cortina romana do home theater de Marília Caetano. “Sugiro uma composição com outro tecido na frente, ambos dispostos em trilho duplo sob o cortineiro, o que cria uma camada que filtra o barulho”, ensina Paulo Rossi.

 

Quais os tecidos indicados para cada tipo de cortina? Essa escolha vai muito do gosto pessoal. Para quartos, geralmente se usa um tecido com peso (linho e xantungue com forro), opções para escurecer mais. As salas pedem tramas leves, caso da gaze de linho e do voal. A necessidade de praticidade também é determinante. “Se você quer um modelo fácil de lavar e resistente, vá direto aos sintéticos. Já existem tramas que imitam bem a aparência do linho e da seda”, aconselha Eliana Esteves.

 

Como calcular a quantidade de tecido?

“Normalmente, para cortinas com prega ou ilhós, se usa o dobro de tecido em relação à medida da área a cobrir na horizontal. Na altura, calcule a estatura final da cortina e acrescente 50 cm para cabeça e barra”, explica Paulo Rossi. Dica: muitos tecidos já apresentam largura dupla, de quase 3 m, o que propicia economia, além de uma costura sem emendas na vertical.

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