Desvende os segredos dos liquidificadores

Depois de ler as dicas, eleja seu aparelho entre os seis modelos de liquidificador, que custam a partir de R$ 79,90

Por Texto e Reportagem Visual Carine Savietto Atualizado em 20 dez 2016, 19h28 - Publicado em 25 fev 2013, 22h14

*Largura x profundidade x altura. / Preços pesquisados em 28 de janeiro de 2013, sujeitos a alteração.

Quanto maior a potência, mais eficiente é o aparelho? É melhor optar por jarra de plástico ou de vidro? Quais são as novidades do mercado? Esclarecemos essas e outras dúvidas para ajudá-lo a fazer a compra certa. Todos os modelos de liquidificador analisados oferecem função pulsar, tampa dosadora e porta-fio, e podem ser encontrados em 110 v ou 220 v.

Dicas fundamentais para encontrar o equipamento ideal

– O desempenho do produto está diretamente relacionado a sua potência, em watts (w): “Muitos fatores contam, mas pode-se dizer, sem erro, que, quanto mais potente, melhor”, afirma Jacques Ivo Krause, diretor técnico da Mondial. “Facas grandes e largas também influenciam”, completa. De acordo com Sophie Lejard, gerente de produto da Arno, “lâminas serrilhadas são boas para picar gelo. As afiadas, em contrapartida, processam os alimentos mais facilmente”.

– Chefs de plantão devem investir em variedade de velocidades, o que possibilita maior controle da textura de massas, cremes e vitaminas.

– Acessórios estão em alta – caso do minitriturador e do filtro separador de sementes, que põe fim à necessidade de coar os sucos antes de servi-los.

– Lâminas removíveis simplificam a lavagem. Quanto ao material da jarra, não há uma escolha mais certeira que outra. O plástico vence nos quesitos leveza e resistência, enquanto o vidro leva vantagem por não reter odores nem perder a transparência.

– Se você quer se manter longe da poluição sonora doméstica, procure pelo Selo Ruído, criado pelo Inmetro em parceria com o Ibama. Presente nas embalagens de liquidificadores (e também de aspiradores de pó e secadores de cabelo), ele informa, em decibéis (dB), a potência sonora máxima produzida pelo aparelho. Vale a pena ficar atento, pois a diferença entre os modelos é maior do que parece: “O volume dobra a cada 3 db, que é uma unidade logarítmica. Isso significa que um ruído de 83 dB, por exemplo, equivale a duas vezes o de 80 dB”, explica Marcelo de Mello Aquilino, do Laboratório de Conforto Ambiental e Sustentabilidade de Edifícios do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

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