Escolha a porta de madeira certa

Parâmetros técnicos apontam qual o melhor entre os cinco tipos disponíveis para cada ambiente da casa

Por Por Marcio Moraes, arquiteto Atualizado em 20 dez 2016, 19h50 - Publicado em 10 jan 2015, 20h11
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Ela traz segurança, protege contra o vento e a chuva, cria barreira para o som… Para que servem as portas todos nós já sabemos. O que muita gente não conhece é a norma técnica NBR 15.930 – em vigor desde o fnal de 2011, ela estabelece parâmetros claros para especifcar qual modelo de porta de madeira deve ser instalado em cada local de acordo com a ocupação da construção, a frequência de uso e o tipo de ambiente. Agora, os fabricantes são obrigados a observar os diversos requisitos já padronizados para atender às necessidades da obra, e os consumidores fcam resguardados quanto ao desempenho das portas, desde que estas obedeçam às exigências referenciais e sejam feitas de madeira certificada.

A NBR 15.930 classifica as portas de madeira em cinco tipos principais para usos residencial e coletivo: porta interna de madeira (PIM), porta interna de madeira com resistência à umidade (PIM-RU), porta de entrada (PEM), porta de entrada resistente à umidade (PEM-RU) e porta externa (PXM).

Embora a norma não faça referência direta ao enchimento, há várias opções. Os modelos internos de baixo custo costumam apresentar o chamado miolo alveolar (ou colmeia), constituído de madeira vazada ou papelão. As versões semiocas (ou semissólidas) são preenchidas com sarrafos alternados, que ocupam de 50 a 80% de seu interior. Já as portas sólidas (ou sarrafeadas) são montadas de maneira a ter 100% do núcleo preenchido, e a maciça segue como o nome diz. A quantidade e a qualidade do recheio têm influência no valor do item.

Adapte o modelo às necessidades do ambiente

Optar pelo item certo aumenta a vida útil da porta e economiza em sua manutenção:

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