Concreto e pedra definem pequena casa em retiro budista no sul do país

Minimalista, este refúgio no Rio Grande do Sul guarda espaços para cuidar do espírito num tradicional retiro budista do país.

Por Reportagem: Ana Weiss (texto) e Edson G. Medeiros (visual) Atualizado em 14 dez 2016, 11h42 - Publicado em 15 fev 2012, 11h47

O casal com dois filhos deixava São Paulo no mínimo duas vezes por ano em direção a uma tradicional região de retiro para práticas budistas no Rio Grande do Sul, onde se encontra um dos mais cultuados templos do Brasil. “Ficávamos na casa da minha mãe. Mas, sobretudo em janeiro, os retiros chegam a durar 30 dias, e começamos a sentir falta de um espaço nosso”, conta a proprietária, que ganhou, em 2006, um pedaço do terreno da família para erguer seu refúgio. O principal pedido aos arquitetos Anna Helena Villela e Silvio Oksman resumiu-se a uma palavra: simplicidade. Tendo em vista o orçamento curto e a baixíssima disponibilidade de mão de obra, optou-se por desenhar uma espécie de caixa de alvenaria, de 60 m2, com poucas paredes e duas aberturas opostas por onde a luz e o vento – quando se abrem as portas de madeira e vidro – atravessam todos os ambientes.

Orçamento:

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