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Casa em condomínio na praia, projetado por Arthur Casas

Aberturas generosas e amplos painéis de vidro enquadram o mar na maioria dos ambientes desta casa de 700 m² no litoral paulista.

Com quase 30 anos de carreira, o arquiteto Arthur Casas traz no currículo inúmeras obras, de moradias a restaurantes. Até 2008, no entanto, ainda faltava um condomínio na praia. Encomenda de uma construtora no litoral norte de São Paulo, este projeto saiu-se uma bela estreia: foi um dos vencedores do prêmio O Melhor da Arquitetura, de A&C, em 2011. “A planta tinha que agradar a diversas famílias, por isso há muitos quartos, espaços de convivência e área lazer completa”, diz Arthur. Ainda que o cliente fosse indefinido, não importa, pois suas criações sempre surgem de dentro para fora. Primeiro, ele pensa nas áreas internas, e só depois na forma. “Eu me preocupo em fazer algo bonito, mas principalmente agradável”, revela. A presença do mar ao fundo facilitou ambas as premissas e sugeriu a diluição dos limites entre áreas internas e externas. “Consegui várias situações para contemplá-lo”, completa.

 

Conheça os materiais naturais usados por Arthur Casas

Outro cuidado constante nos trabalhos de Arthur Casas é mimetizar a arquitetura na paisagem, por isso nesta construção predominam materiais naturais, como madeira e cerâmica. “Tenho aversão a uma casa branca de frente para o mar ou no meio da mata. Ela precisa aparecer de forma elegante”, explica. Nos últimos anos, o cardápio também passou a contar com soluções e materiais sustentáveis, representados aqui pela cobertura verde nas lajes. “Mais do que bonito, esse recurso promove um bom isolamento térmico e acústico”, completa. Sobre sua arquitetura de linhas retas, influenciada pelas ideias racionalistas da escola alemã Bauhaus, ele acredita que houve poucas mudanças desde quando concluiu a universidade. “Passei a conhecer melhor o que faço e me tornei mais exigente e perfeccionista”, afirma. Para observar de perto o cumprimento do projeto e sanar as dúvidas durante a execução, o acompanhamento é indispensável. “E não pode faltar um engenheiro meticuloso”, reconhece.

 

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