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Já pensou em construir uma banheira para seu bebê?

Para tornar a rotina de uma mãe de primeira viagem mais prática, a arquiteta Natalia Avila elaborou um banheiro adaptado ao pequeno

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Em um apartamento em São Paulo, a moradora sonhava com alternativas mais práticas para a hora de dar banho em seu bebê. Mãe de primeira viagem, ouvia das amigas os incômodos das banheiras infantis, que caem, ficam bambas (ameaçando derrubar a água de dentro!) e exigem posições incômodas, quase uma ginástica! Para evitar essas situações, a arquiteta Natalia Avila resolveu, enquanto projetava o quarto infantil, inovar e adaptar o banheiro e deixá-lo perfeito para atender às necessidades do bebê e da mãe.

O primeiro passo foi trocar todos os revestimentos do ambiente, que ganhou pia de mármore (material também usado para revestir a parede) e, onde era o box (que foi retirado), porcelanato. Aliás, no lugar do box, foi acrescentado um nicho, que abriga brinquedos. A obra completa durou 20 dias. Trabalhando ao lado de um marceneiro e um especialista em corian, material escolhido na banheira e no tampo, os profissionais chegaram às medidas ideais para a peça: 45 cm de altura, 80 de largura, 26 de profundidade.

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“Todos querem praticidade, organização, estética e cuidado. Por que fazer isso só no quarto? Há o banheiro também”, comenta Natalia, que deixou todos os produtos de higiene à mão graças a uma estrutura de madeira com dois nichos, duas gavetas e um armário. “A banheira precisava de um suporte, então usei esse espaço para a organização. Os nichos acompanham a profundidade da banheira, por isso são menores. Já as gavetas passam por baixo, então a moradora conseguiu colocar tecidos, toalhas, máquina de inalação e outras coisas maiores ali”, conta. A lâmpada acima da banheira ganhou uma luz azul, que traz aconchego e ilumina a água, e um chuveirinho que acompanha o chuveiro. Se pudesse adicionar algo, a profissional diz que colocaria um nicho na parede esquerda com um trocador móvel de madeira com almofada embutida para facilitar a troca do bebê. 

Como a reforma foi realizada há três anos e, agora, o bêbe já está maior, a empreitada está com data de validade quase vencida: “Eu recomendo o uso da banheira até os três anos, mas depende também da altura da criança. Se a pessoa tem mais filhos, por exemplo, depende da diferença de idades”, explica. Depois dessa fase, a estrutura tem que ser retirada e, o box, reinstalado. “Não precisa refazer o piso ou a parede. Por outro lado, essa mas não é uma estrutura que pode ser reaproveitada. O plano da moradora é fazer uma doação para uma vizinha que vai ter bebê”, finaliza Natalia.

E você, o que acha dos banheiros infantis?

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