Pouco dinheiro e muita criatividade: sobrado com decoração caprichada

Decorada com todo o carinho: peças de família, tecidos bordados a mão, capas de algodão, objetos arrumados com graça. Detalhes como esses tornam a casa da decoradora Eleonora Ribeiro dos Santos, um sobrado dos anos 1940, um exemplo de aconchego

Reportagem Visual Zizi Carderari | Texto Regina Galvão | Fotos Evelyn Müller

A vizinha grita do portão: “Lolinha, você está aí?” A decoradora Eleonora Ribeiro dos Santos se apressa a saudar a amiga, moradora do imóvel ao lado. Esse clima fraternal, que remete às cidades pequenas, perdura até hoje na rua arborizada de um agitado bairro de São Paulo, no qual a decoradora e a família vivem num sobrado dos anos 1940 há 30 anos. Primeiro, quando já estava casada e com dois filhos pequenos, morou em um imóvel alugado. “Não tínhamos dinheiro, mas minha mãe vendeu um terreno e me deu esta casa de 80 m².” Também com a ajuda da mãe, uma costureira de mãos de fada, Eleonora conseguiu dar bossa aos ambientes. “Ela costurou as cortinas, a capa dos estofados e a colcha do quarto. Tudo simples, pois o dinheiro era curto, mas com muito capricho”, diz.

Divulgação
A decoradora Eleonora Ribeiro dos Santos se orgulha de ter criado os três fi...
A decoradora Eleonora Ribeiro dos Santos se orgulha de ter criado os três filhos nesta casa, um presente da mãe, uma talentosa costureira. Para homenageá-la, Eleonora batizou sua empresa de confecção de cortinas, colchas e almofadas com o nome dela. Diferentemente da maioria dos imóveis da rua, o sobrado paulistano, de 80 m², conserva suas características originais.
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