Instalações em três continentes ocupam o espaço público

Na América do Norte, nuvens evocam poesia; na Oceania, obra lembra a casa que despenca sobre a Bruxa de O Mágico de Oz; e, na Europa, estrutura dilui a noção de escala

Por Liège Copstein Atualizado em 20 dez 2016, 21h08 - Publicado em 8 abr 2014, 19h50
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Até 24 de agosto, quem visitar a Big Apple tem outro motivo para levantar os olhos. Obra do artista suíço Olaf breuning, a instalação Clouds ocupa a esquina da Quinta avenida com a 60th Street, a mais famosa entrada do Central Park. Composta de seis nuvens metálicas, é uma parceria com o Public art Fund, entidade que leva arte contemporânea às ruas da cidade.

 

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Feita para a 2014 Adelaide Biennial of Australian Art, a instalação Landed parece ter caído do céu em frente à art Gallery of South Australia. Imaginada por Ian Strange, representa uma versão inusitada da casa onde o artista plástico passou a infância, em Perth. Seus projetos, com viés arquitetônico, questionam a suposta placidez visual das moradas suburbanas. Em cartaz até 11 de maio.

 

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O String Prototype, do coletivo croata-austríaco Numen/For Use, testa nossa percepção de espaço. inflado, o cubo (5,50 x 6,50 x 8,50 m) de poliéster se mantém rígido o suficiente para esticar as 400 cordas de náilon, presas a suas faces, estendidas em todas as direções. até o fim do ano, o grupo montará uma versão ainda mais tecnológica, segundo o designer Nikola Radeljkovic´.

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