Banqueta de penteadeira é restaurada

A banqueta da vovó ganhou novo tecido e ficou como nova

Por Texto Vivien Hermes | Fotos André Fortes Atualizado em 10 set 2021, 00h05 - Publicado em 13 dez 2016, 15h49

Ela já morava lá há cerca de 40 anos quando meu namorado, o arquiteto Gustavo Capecchi, e eu nos mudamos para o apartamento no coração da capital paulista, no início deste ano. Junto com a penteadeira, a peça pertencia ao quarto do senhor Armando, avô do Gu. Depois de presenciar, embrulhado em jornal, os cinco meses de reforma do imóvel, o conjunto saiu sobrevivente, mas merecedor de atenção. Óleo de Peroba (Manufatura Produtos King) devolveu o viço à madeira, mas e o assento? Escolhemos uma estampa vibrante e mandamos reestofar a banqueta, que voltou repaginada! Hoje, as respeitáveis senhoras habitam a entrada da casa, onde todos podem admirá-las: o móvel atua como aparador, e a protagonista desta história acolhe visitas extras no estar.”

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Sim à renovação, mas nada de exageros

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A intenção foi remoçar o banquinho, porém sem descaracterizar seus traços originais. Por isso, os veios da madeira permaneceram expostos e apenas o assento foi trocado.

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– A antiga capa de crochê escondia um recheio inusitado – feno, que foi descartado. “Mas mantivemos as molas no-sag [em formato de n contínuo], pois estavam em bom estado”, conta Márcio Reis, da Vitória Estofados, empresa encarregada da reforma da banqueta.

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– O novo enchimento se deu com espuma de espessura D28 (5 cm de altura), da Sanko Espumas.

– As tachas e a lizarda (um tipo de fita decorada) saíram de cena para dar lugar a um acabamento mais atual nas laterais: o vivo duplo, uma cordinha feita do mesmo tecido que recobre a peça.

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