Vida em condomínios: quem é quem

Síndico, subsíndico, zelador, conselheiros, administrador... Saiba qual é a função de cada um deles.

Por Texto Roberto da Costa (SP) Ilustrações Eduardo Medeiros/ Hellatoons (RS) Atualizado em 14 dez 2016, 13h07 - Publicado em 16 nov 2011, 12h43

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Síndico Espécie de prefeito do lugar. É o representante legal dos moradores, eleito por voto direto, para mandato de dois anos, em geral. Apoiado pela empresa administradora, contrata funcionários, cuida das finanças e das questões burocráticas, além de mediar conflitos. O morador que se torna síndico muitas vezes fica isento de pagar o condomínio. Precisa estar sempre acessível para o caso de emergências.

Subsíndico Equivalente a um vice-prefeito, assume a função quando o síndico viaja ou fica doente. Não é obrigatório.

Síndico profissional Quando nenhum morador quer assumir a gestão, é possível fazer um contrato de prestação de serviço com um síndico profissional e remunerado. Se for para trazer alguém de fora, que seja um administrador ou engenheiro, profissões relacionadas à função.

Empresa administradora É a sombra do síndico. Responde pela contabilidade, pelo orçamento de obras, pela guarda da papelada e por questões jurídicas simples, além de intervir quando há moradores inadimplentes com a taxa mensal. Como os serviços prestados variam bastante, os custos também: ficam entre 5% e 10% do valor das despesas ordinárias do condomínio.

Zelador Precisa ter perfil pau-para-toda-obra. Apesar do horário determinado de trabalho, deve estar 100% disponível para uma eventual emergência. Por isso, quase sempre mora no local. Coordena os porteiros e faxineiros, além de fazer pequenos reparos.

Conselheiros São uma espécie de Tribunal de Contas da União (TCU), já que respondem pela análise das finanças do condomínio. São necessários, no mínimo, três conselheiros, de preferência com formações diferentes, para dar uma boa assessoria. Não recebem remuneração nem precisam ser moradores.

Advogado Síndico e administradora podem indicar um bom escritório de advocacia para situações jurídicas complicadas. Cabe aos moradores, porém, decidir quem contratar.

 

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