Material de demolição foi o ponto inicial para este projeto

Toque de nostalgia: interessado em erguer um refúgio distante do agito da cidade, um casal de São Paulo elegeu primeiro o tipo de material que desejava usar – de demolição – e depois o arquiteto ideal para o projeto. 

Por Por Eliana Medina e Joana L. Baracuhy Fotos: Victor Affaro Atualizado em 20 dez 2016, 21h47 - Publicado em 27 abr 2009, 09h58
Um título para uma foto sem titulo

Em busca de fins de semana relaxantes, um casal paulistano comprou um terreno perto de Bragança Paulista, SP, a 83 km da capital. Os dois escolheram a dedo a sonhada porção de terra: 5 800 m² diante da represa de Jaguari, um dos reservatórios que abastecem São Paulo com água potável. O lote tinha a margem plana, perfeita para receber um ancoradouro, e um platô com bela vista da paisagem, ideal para a implantação da casa. Um arquiteto da região, que podia acompanhar os trabalhos de perto e entendia o estilo rústico que desejavam, ficou encarregado do projeto. O dono de uma loja de materiais de demolição em Atibaia, SP, indicou ao casal o jovem arquiteto Gustavo Picarelli, que havia estudado em São Paulo e retornado para sua cidade natal, Bragança Paulista. Ele recebeu a tarefa de projetar uma casa simples e confortável, com materiais antigos e aberta para a natureza. Se você também gosta do estilo rústico e procura por casas de madeira, não deixe de ver nossa seleção com 28 fachadas.

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