Antiguidades dão o tom em casa no centro histórico de Salvador

Esta casa tem história: depois da reforma do sobrado do século 19, que fica em frente ao Convento do Carmo, o morador garimpou a decoração em demolições e em seu próprio acervo 

Por Reportagem Visual: Antônio Da Motta | Texto: Simone Serpa | Fotos: Jonas Grebler Atualizado em 14 dez 2016, 11h06 - Publicado em 27 jan 2010, 09h20
Um título para uma foto sem titulo

A construção estreita e de porta e janelas com desenho arredondado chama a atenção de quem caminha pelo Carmo, um corredor de paralelepípedos, no centro histórico de Salvador. Da porta de entrada, tem-se a visão do andar inteiro, até o mar, lá no fundo. A construção do século 19 ficou em reforma por pouco mais de um ano, menos pelo quebra-quebra e mais pela escolha cuidadosa de revestimentos, portas internas e móveis. Pouco foi comprado em loja: quase tudo foi garimpado em demolições e resgatado do acervo do próprio dono, Paulo Vaz, artista plástico colecionador de antiguidades. Resultado: em cada detalhe, sente-se a presença de arte e história. “Nem parece que tudo aqui passou por uma reforma recente”, diz. Os ambientes trazem uma diferença sutil de estilos, mas todos com uma aura de antigamente e em perfeita harmonia. Conheça também a história do casarão mineiro dos anos 1920 que foi restaurado.

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