10 dicas para morar com sustentabilidade

Da iluminação ao aproveitamento de materiais e o consumo consciente, confira dez conselhos para ter uma casa sustentável.

Por Informe publicitário Atualizado em 15 dez 2016, 10h17 - Publicado em 23 out 2014, 15h52
Quarto iluminado

1.     Iluminação natural: aproveite a claridade do sol e permita que ela adentre a casa durante o dia todo: grandes janelas, “rasgos” e vãos em paredes e coberturas, além do amplo uso do vidro, permitem uma economia significativa de energia elétrica para a iluminação durante o dia.

2.     Ventilação: um projeto que priorize a circulação do ar é importante para manter a casa arejada e com conforto térmico. Ao observar o clima local e as correntes de vento dominantes, é possível criar aberturas para que exista uma circulação cruzada do ar. Além disso, a criação de pequenos jardins ao redor de quartos e salas também favorece a entrada de luz e ventilação, por exemplo.

3.      Consumo elétrico eficiente: comparar consumo energético de equipamentos elétricos na hora da compra é fácil. Procure pela Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), que classifica a eficiência energética do produto, de A (mais eficiente) até G, em alguns tipos de produto (menos eficiente). A substituição de lâmpadas incandescentes por leds, por exemplo, pode significar uma redução de até 80% do consumo de eletricidade

4.     Energia solar: além de fazer uso consciente, convém buscar novas fontes energia. A solar é uma boa solução por não ser poluente e de fonte inesgotável.  Além disso, a instalação de placas solares está cada vez mais eficiente e acessível.

5.     Consumo consciente da água: essencial para uma casa sustentável, o uso racional deste recurso tornou-se urgente em diversas regiões do país. É possível economizar em diversas tarefas do dia a dia, como ao tomar banhos rápidos, ao escovar os dentes ou ao lavar a louça. Podemos também reutilizar a água do banho para lavar áreas externas, a água do cozimento de alimentos para regar as plantas, entre outras práticas.

6.     Cobertura verde: que tal criar um jardim em cima da casa? Cada vez mais presentes, os telhados verdes contribuem para controlar a temperatura dentro da casa e também ajudam a drenar a água da chuva. É preciso impermeabilizar a cobertura para que não haja infiltrações na casa. Ao escolher a vegetação, opte por plantas da região e de crescimento lento, que exigem menor manutenção.  

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7.     Reaproveitamento de materiais: objetos e móveis descartados ou mesmo restos de construções podem ser reaproveitados, ganhando novos usos. Um bom exemplo é a madeira de demolição, hoje usada em pisos, revestimentos de parede e móveis.

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8.     Reciclagem: separar o lixo para a reciclagem não custa nada e contribui para não sobrecarregar os lixões e aterros sanitários, contaminando o solo. Reserve recipientes para separar vidros, metais, plásticos e orgânicos. Se não houver coleta seletiva em sua região, verifique se há cooperativas de reciclagem por perto que poderiam receber o material.

9.     Compostagem: os resíduos orgânicos separados podem se transformar em adubo por um sistema simples de compostagem. Bastam algumas caixas, material orgânico (como cascas e restos de frutas e legumes, borra de café), material seco (folhas secas, serragem, papelão) e alguma paciência – afinal o processo de estabilização demora alguns meses – e ao final do processo você terá um composto rico em nutrientes para as plantas. 

10.  Horta orgânica: e já que há adubo, por que não cultivar sua própria horta orgânica? Temperos como o manjericão, alecrim, cebolinha e salsa são de fácil cultivo. Tenha-os sempre à mão e fresquinhos, direto do vaso.

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