Arraiá mais que chique: uma festa junina com sotaque nordestino

Junho é tempo de pendurar bandeirinhas e dançar forró para celebrar Santo Antônio, São João e São Pedro. O chef André Palma dá dicas para preparar um banquete junino

Por Texto Flávia Pinho Reportagem Visual Flávia Pinho e Carla de Franco Fotos Carlos Piratininga Atualizado em 20 dez 2016, 16h07 - Publicado em 27 Maio 2011, 16h40

Festas juninas acontecem de norte a sul, mas poucas são tão animadas e famosas quanto os arrasta-pés que sacodem a região Nordeste. Durante 30 dias, o povo enfeita a casa, enche a mesa e toma conta das ruas para dançar, pular fogueira e comer toda sorte de gostosuras. Os nomes dos quitutes variam conforme o território – o mungunzá dos nordestinos é a canjica do Sudeste, e a canjica do Nordeste é o curau aqui de baixo. Já os ingredientes principais não mudam: milho e mandioca (também conhecida como macaxeira ou aipim) são a base de boa parte das receitas, como ensina o chef e consultor gastronômico pernambucano André Palma.

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