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Amor romântico existe? BONS FLUIDOS responde

A revista BONS FLUIDOS de abril traz as opiniões polêmicas da psicanalista Regina Navarro Lins sobre o futuro do amor

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Depois do observador de tendência Adjiedj Bakas afirmar que os casamentos no futuro não serão monogâmicos, é a vez da psicanalista e escritora Regina Navarro levantar suas ideias ousadas – para não dizer transgressoras – sobre o amor romântico. A edição 145 da BONS FLUIDOS traz uma reportagem especial com a Regina Navarro. Para ela, os valores tradicionais de relacionamento não estão dando mais respostas satisfatórias e, com isso, se abre espaço para descobrirmos uma nova forma de viver. “No futuro próximo, cada vez mais pessoas vão preferir se relacionar com várias outras a se fechar numa relação a dois”, diz. Ela afirma, ainda, que o mais importante é cada pessoa viver como quiser, seja numa relação tradicional, seja numa relação aberta.

Sozinha sim, solitária não

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Ficar sem ninguém por perto pode ser a angústia máxima para algumas pessoas e a tranquilidade suprema para outras. Nesta edição, uma reportagem questiona a distinção que há entre solitude e solidão – solitude expressa a glória e o prazer de estar sozinho, enquanto solidão demonstra a dor dessa condição. Estar sozinho, por si só, não é bom nem mau. Se for por opção, a tal solitude merece respeito pelo incrível bem-estar que pode trazer. Se for involuntária e causa dor, é preciso livrar-se dela e trazer para perto de si alguém com quem dividirá as dores e as delícias da vida.

Confira algumas dicas do psicólogo John Cacioppo para diminuir o isolamento que incomoda:

· Dê a você algumas doses de sensação positiva. Não se sinta ameaçada pelas pessoas. Sorrir para alguém pode ser um bom começo.

· Tente um trabalho voluntário. Não espere aumentar sua roda de relacionamento de um dia para o outro, mas aproveite a sensação gostosa que isso vai desencadear.

· Não se iluda com o “na saúde ou na doença, na alegria ou na tristeza”. Alguns relacionamentos acabam mesmo. Nem tudo é para sempre. Eles vão e vêm e o final de uma relação não significa uma sentença à solitária

· Para começar a travar novos contatos você deve buscar aquelas pessoas com as quais tem afinidade. Se você gosta de passar horas lendo provavelmente não conseguirá uma amizade duradoura com quem prefere sair todas as noites para dançar.

 

Nada de tempestade em copo-d’água

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E já que a questão é viver bem e de forma equilibrada, é hora de parar de fazer tempestade em copo d’água, hein? Isso porque enxergar todo e qualquer problema como crise é um exagero. É preciso aprender a perceber nas adversidades as oportunidades de crescimento e libertar-se do papel de vítima. “Quando nos sentimos imobilizados por coisas pequenas, nossas reações excessivas não só nos deixam frustrados, como nos impedem de alcançcar o que gostaríamos”, observa o escritor Richard Carlson, autor do livro Não faça tempestade em copo-d’água (ed. Rocco). O coach Carlos Alecrim dá o caminho das pedras: “Não tenha medo do novo, adote atitudes diferentes no seu dia a dia, por menores que pareçam: faça caminhos que não conhece, penteie os cabelos de outro  modo, converse com desconhecidos e inclua novos hábitos em sua vida”.

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